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“Se não
houvesse a imediata atuação dos atiradores de elite,
teríamos
que chorar sobre o caixão de várias vítimas queimadas”,
disse
Witzel.
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Após atuação da
polícia no sequestro da ponte Rio-Niterói nesta terça-feira (20), o governador
do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), defendeu sua política
de segurança para combater criminosos portando fuzis.
Em entrevista
coletiva, Witzel afirmou que pretende consultar o STF (Supremo Tribunal
Federal) sobre em que possibilidades os policiais podem atirar em bandidos
armados:
“Há uma
dúvida interpretativa de alguns juristas sobre o momento que se pode fazer a
neutralização de uma pessoa com uma arma de guerra. […] Se hoje esse foi
abatido, porque os que estão de fuzil não podem ser abatidos?”
O governador do
Rio reconheceu que a morte do sequestrador pela polícia ocorreu numa situação
distinta das operações realizadas em favelas.
“São
situações diferentes, mas se não houvesse a imediata atuação dos atiradores de
elite, teríamos que chorar sobre o caixão de várias vítimas queimadas. Onde
estão morrendo as pessoas?”
RENOVA
Mídia.

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