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| O evento, promovido pelos Engenheiros Sem Fronteiras da UFF - Núcleo Rio das Ostras e pela direção do Centro Integrado de Convivência. Foto Divulgação |
Alerta no
trânsito, inclusão e cidadania foram os temas abordados pelo grupo de Futebol
de Amputados de Rio das Ostras.
Evento contou
também com a participação dos integrantes dos Engenheiros Sem Fronteira.
Uma palestra
visando os cuidados e respeito às leis de trânsito, a cidadania nas ruas e a
inclusão, além do respeito aos deficientes no seu contexto geral, aconteceu na
tarde da quinta-feira, dia 15, no Centro Integrado de Convivência (CIC) Dr. Gilberto
Sobral Barcelos, no bairro Nova Esperança, em Rio das Ostras.
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| Foto Divulgação |
A palestra
realizada pelos integrantes do Futebol de Amputados de Rio das Ostras – FARO, Angel
Morote, Eduardo Paulo, Carlos Fernando e a participação do Auxiliar Técnico,
José Ferreira, para as crianças assistidas pelo CIC colocou em evidência a
necessidade de alertar aos pequenos cidadãos os cuidados em obedecer às leis de
trânsito, como a sinalização ao atravessar a ruas.
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| Foto Divulgação |
O evento,
promovido pelos Engenheiros Sem Fronteiras da UFF - Núcleo Rio das Ostras e
pela direção do Centro Integrado de Convivência, contribuiu para estimular a
participação da sociedade no crescimento cotidiano da cidadania riostrense. Além
da oportunidade de ensinar a essas crianças e jovens sobre empatia e respeito, como
afirmou Leticia Gonçalves, uma das integrantes dos Engenheiros Sem Fronteiras.
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| Foto Divulgação |
“Nós do
Engenheiros Sem Fronteiras - Núcleo Rio das Ostras estamos extremamente felizes
com a visita do time FARO ao CIC. Nessa roda de conversa e partida de futebol o
time criou a oportunidade de ensinar a essas crianças e jovens sobre empatia e
respeito. Ensinar sobre as potencialidades da pessoa com deficiência à nossa
geração futura é buscar efetivamente uma sociedade mais inclusiva. O mundo
precisa saber que diferentes necessidades existem e que as pessoas com
deficiência precisam ser olhadas como pessoas. O PCD hoje tem amparo legal e
boas legislações para esse fim. Porém, é preciso batalhar para que elas sejam
cumpridas e respeitadas. Isso só vai acontecer quando a sociedade compreender a
importância da inclusão. E nada é melhor que ensinar isso a uma criança e/ou
jovem. Por fim, fica o nosso muito obrigado!”, disse.
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| Foto Divulgação |
Já para Angel
Morote, presidente do FARO, é muito importante falar de inclusão, de cidadania,
como também de respeito, pois todos são iguais perante a Deus e sociedade, o
trabalho realizado pelo FARO enquanto não há competições é promover a
modalidade do futebol de amputados, além de inserir as pessoas com deficiência ao
mercado de trabalho, à habilitação e reabilitação e promoção de sua integração
à vida comunitária, fortalecendo o espírito esportivo como também a saúde
pessoal.
“Estamos
cientes de nossas dificuldade, assumir a condição é importante, pois vive sua
realidade, e nosso papel é retransmiti-a facilitando a integração social,
exercendo seu direito cidadão, falando de inclusão, cidadania, respeito, entre
outros”, disse.
O FARO, fundado
há dois anos, já dá seus frutos, durante as competições nacionais de futebol de
amputados, o time do FARO cresce e se destaca emplacando jogadores para a
Seleção Brasileira. Em novembro o time estará viajando para Maringá – PR, para
disputar o Campeonato Brasileiro de Futebol de Amputados Serie A 2019.





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