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Até mesmo
aliados da atual administração esquerdista
consideram
que as medidas do governo português constituem
limitações
ao direito de greve.
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Enfrentando os
efeitos do segundo dia de uma greve de caminhoneiros, o governo de Portugal decretou emergência
energética e mobilizou o Exército para conduzir caminhões e abastecer postos de
combustíveis.
Outra medida
adotada prevê que grevistas possam ser detidos caso não cumpram um serviço
mínimo estipulado pelo governo.
Além disso, um
racionamento foi estipulado em todo o território português, limitando o
abastecimento a 15 litros de gasolina ou diesel por veículo particular.
Os postos em
situação mais críticas e aeroportos começaram a receber, nesta terça-feira
(13), os primeiros caminhões, guiados por militares, que substituíram os
caminhoneiros no volante, informa a revista Veja.
O fornecimento
nos aeroportos está garantido, embora em Lisboa estejam mantidas algumas
restrições ao abastecimento de aeronaves.
Com relação aos
postos de gasolina, mais de 400 seguem sem combustível em todo o país,
obrigando muitos cidadãos a buscarem combustível na vizinha Espanha, como noticiou a RENOVA.
RENOVA
Mídia.

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