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© Pablo
Valadares Texto foi aprovado pelo
plenário da Câmara nesta 3ª (13.ago)
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© Fornecido
por Poder360 Jornalismo
e Comunicação S/S LTDA. |
Desde que foi
assinada pelo presidente Jair Bolsonaro, em 30 de abril, as regras criadas pela equipe econômica do
governo para deixar as práticas empresariais mais simples e que alteram 6 leis,
1 decreto-lei e o Código Civil já estão valendo.
Durante a
comissão mista destinada a analisar a matéria, contudo, o texto sofreu muitas
alterações. O parecer proferido pela comissão contava com 272 páginas, enquanto
a proposta do governo tem 21 páginas. Eis a
íntegra.
Para que a
matéria tivesse condições de ser votada em plenário, porém, foi preciso criar
uma outra redação na qual apenas questões relacionadas ao
tema da simplificação econômica fossem incluídos. O presidente Rodrigo Maia
(DEM-RJ), chegou a dizer mais cedo que o novo texto não tinha mais polêmicas e que a MP poderia ser
votada.
Medidas que
retiravam, por exemplo, o adicional de periculosidade para motoboys, criavam 1
documento único de habilitação e tratavam de anistia de multas para
caminhoneiros no âmbito da tabela de frete, foram retiradas.
Outro ponto
controverso que precisou ser corrigido no texto do relator Jerônimo Goergen
(PP-RS) era o que permitia que 1 trabalhador passasse até 7 semanas sem folgar
no domingo. Agora os funcionários podem trabalhar em domingos ou feriados, mas
ou recebendo em dobro ou com direito a uma folga em outro dia. Sendo que a cada 4 semanas pelo menos uma a folga deve ser neste
dia.
Indo de
encontro ao enxugamento do texto, Goergen resgatou em seu relatório ainda
aspectos de outra MP, que já havia perdido a validade, a 876/2019. Ela alterava lei que fala sobre o registro
de empresas, deixando-o mais simples.
O Poder360 preparou 1 infográfico
mostrando o que foi mudado pela Câmara no texto enviado pelo governo:
Mateus
Maia


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