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Cantina do
Presídio José Frederico Marques, em Benfica,
foi fechada
— Foto: Reprodução / TV Globo
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Força-tarefa
cumpre oito mandados de busca e apreensão. Refeitórios de presídios de Benfica
e de Niterói foram fechados.
Fraudes no
processo de exploração de cantinas de unidades prisionais no Rio de Janeiro são
alvo da Operação Primogênita, deflagrada nesta quinta-feira (27). Participam da
ação 22 agentes da Corregedoria da Secretaria Estadual de Administração
Penitenciária (Seap) e 10 agentes do Ministério Público do Rio de Janeiro. Oito
mandados de busca e apreensão foram cumpridos, e as cantinas, fechadas.
A investigação
conjunta começou em setembro, sobre o Lote 19 da licitação de cantinas,
pertencente ao Presídio José Frederico Marques, em Benfica, Zona Norte do Rio,
e ao Instituto Penal Francisco Spargoli Rocha, em Niterói. Ficou comprovado que
o processo foi fraudulento.
Um inspetor e
um PM, ambos filhos da permissionária da cantina, serão afastados de suas
funções como servidores públicos. A Justiça expediu também mandados de
apreensão de veículos, documentos, aparelhos de celular e outros bens que indicassem
que foram adquiridos com o dinheiro vindo da venda de produtos da cantina.
A Corregedoria
da Seap apurou que a permissionária do Lote 19 é a mesma que detém a exploração
do Lote 17, cuja cantina funciona no Presídio Evaristo de Moraes, em São
Cristóvão.
Por Henrique Coelho, G1 Rio

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