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O ex-diretor
da Petrobras Paulo Roberto Costa
(Foto:
GloboNews)
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O juiz Sérgio
Moro não aceitou
o pedido para a realização da videoconferência e remarcou o
depoimento que o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa daria como
testemunha de acusação no dia 9 de agosto em ação que investiga crimes
relacionados ao contrato de construção da casa de força da Refinaria Abreu e
Lima, em Pernambuco.
Os advogados de
Paulo Roberto alegaram no pedido para realização de uma videoconferência que o
deslocamento do ex-diretor da Petrobras a Curitiba para o depoimento geraria
“um grande dispêndio em virtude dos altos valores das passagens aéreas".
Ainda de acordo com os defensores, o delator da Lava Jato não tem atualmente
condições de arcar com essas despesas de transporte e de hotel por duas noites.
Na decisão
expedida nesta segunda-feira (23), Moro não aceitou a sugestão da
videoconferência e remarcou “excepcionalmente” o depoimento para 7 de agosto.
Nesta data,
Paulo Roberto Costa já tem outra audiência marcada presencialmente para prestar
informações em ação penal que investiga
esquema de corrupção envolvendo a Petroquisa, braço da Petrobras, e a
realização de obras do Complexo Petroquímico Suape, em Pernambuco.
Por Matheus Leitão

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