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Assentamento
israelense Almon (Anatot), na
Cisjordânia
ocupada, em imagem de arquivo
(Foto: AHMAD
GHARABLI / AFP)
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Maioria dos
países considera ilegal a construção de assentamentos no território que Israel
capturou em uma guerra em 1967. Governo israelense rebate o argumento.
O ministro da
Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, anunciou nesta quinta-feira (24) que
solicitará a aprovação de um plano para construir 2,5 mil casas em 30 colônias
da Cisjordânia ocupada, segundo a France Presse.
"As 2,5
mil novas residências que vamos autorizar durante o comitê de planejamento na
próxima semana próxima serão construídas imediatamente em 2018", afirmou
em um comunicado.
Lieberman
indicou que também solicitará a aprovação do comitê para a construção de outras
1,4 mil casas mais à frente.
"Nos
comprometemos a aumentar as construções na Judeia Samaria e cumprimos nossas
promessas", destacou o ministro da Defesa, que usa o nome bíblico para
fazer referência à Cisjordânia ocupada.
"Nos
próximos meses, vamos pedir autorização para construir milhares de residências
adicionais", completou.
A maioria dos
países considera ilegal a construção de assentamentos israelenses no território
que Israel capturou em uma guerra em 1967. Israel rebate o argumento de que os
assentamentos são ilegais e afirma que o futuro deles deve ser determinado em
negociações de paz com os palestinos, segundo a Reuters.
Na terça-feira,
o ministro palestino das Relações Exteriores, Riyad Al Maliki, afirmou no
Tribunal Penal Internacional que as colônias israelenses constituem a
"ameaça mais perigosa para a vida dos palestinos e seus meios de subsistência".
Por G1

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