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Vereador
Paulo Igor Carelli foi preso no condomínio onde
mora, no bairro Morin (Foto: Alyssa
Gomes/Inter TV)
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Operação
Caminho do Ouro também cumpre mandados de busca e apreensão.
O presidente da
Câmara de Petrópolis, Paulo Igor Carelli (MDB), foi preso na operação contra
crimes de fraude em licitação e peculato na manhã desta quinta-feira (12). O
verador Luiz Eduardo Francisco da Silva, o Dudu, também é alvo de mandado de
prisão, mas não foi encontrado. A Operação Caminho do Ouro é realizada pelo
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Delegacia Fazendária
(DELFAZ).
Paulo Igor foi
preso em casa. A equipe também esteve na casa do verador Dudu, mas não havia
ninguém no imóvel. A operação cumpre ainda de cinco mandados de busca e
apreensão na Câmara, nas residências do presidente da Câmara, na casa de um
empresário e em uma empresa.
De acordo com a
denúncia, Paulo Carelli, com auxílio dos demais envolvidos, combinou com o
empresário uma forma de direcionar uma licitação, que gerou contrato de R$ 4,49
milhões, firmado entre Câmara Municipal de Petrópolis e a empresa.
Segundo o
Ministério Público, a empresa prestou serviços de limpeza, conservação,
higienização, reprografia, vigia, jardinagem, copeiragem, recepção, telefonia,
motorista, manutenção predial e operação de áudio e vídeo, além de fornecer
todos os materiais de consumo, equipamentos e insumos necessários para as
atividades dentro a casa legislativa pelo período de 12 meses, a contar do dia
1º de janeiro de 2012.
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Mandados de
busca e apreensão são cumpridos em
gabinetes da Câmara (Foto: Maria Valente/
Inter TV)
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As
irregularidades incluem “sobrepreço” total na licitação de 25%. "Segundo a
corte de contas, foram consultadas para pesquisa de preços dos serviços a serem
contratados pelo edital, exatamente as mesmas três empresas que ofereceram
propostas pelo contrato", afirma o Ministério Público. O ex-chefe de
gabinete do vereador também está entre os denunciados por ser condutor do processo.
Os mandados
foram expedidos pela Justiça, com base nas investigações do Grupo de Atribuição
Originária em Matéria Criminal (GAOCRIM/MPRJ). A ação conta com apoio da
Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).
Por G1, Região Serrana


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