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© Folhapress Lula
chega à Superintendência da Polícia Federal
em São Paulo
para realizar o exame de corpo de delito e seguir
de
helicóptero para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo –
07/04/2018
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Preso em
Curitiba desde o último dia 7 de abril para cumprir os 12 anos e um mês de
prisão a que foi condenado na Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva endereçou uma
mensagem à militância que o apoia na qual se diz “indignado” e volta a desafiar
a força-tarefa da Lava Jato, o juiz federal Sergio
Moro e o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a provarem sua culpa no caso do tríplex do
Guarujá.
Na carta aos
militantes do PT e de movimentos sociais e sindicais que acampam em frente à
sede da Superintendência da Polícia Federal na capital paranaense, onde está
detido, Lula afirmou ter “certeza que não está longe o dia em que a Justiça
valerá a pena”.
“Continuo
desafiando a Polícia Federal da Lava Jato, o Ministério Público da Lava Jato, o
Moro e a segunda instância a provarem o crime que alegam que eu cometi.
Continuo acreditando na Justiça e por isso estou tranquilo, mas indignado como
todo inocente fica indignado quando é injustiçado”, diz o ex-presidente no
texto, divulgado também em suas contas em Facebook e Twitter.
A mensagem foi
divulgada por Lula um dia antes da vistoria que senadores integrantes Comissão de Direitos Humanos do
Senado farão na cela onde o petista está preso. A visita, marcada para esta
terça-feira (17), foi autorizada nesta segunda-feira pela juíza Carolina Moura
Lebbos, responsável pela execução penal do ex-presidente.
A lista de
parlamentares apresentada à magistrada é composta por nomes alinhados ao
petista: Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Regina Sousa (PT-PI), Angela
Portela (PT-RR), Gleisi
Hoffmann (PT-PR), Fátima Bezerra (PT-RN), Lindbergh
Farias (PT-RJ), Telmário Mota (PTB-RR), Paulo Paim (PT-RS), Jorge
Viana (PT-AC) e Paulo Rocha (PT-PA).
Ainda nesta
segunda-feira, os organizadores da mobilização nas imediações da sede da PF em
Curitiba participaram de reunião com representantes da Secretaria de Segurança
do Paraná, da Prefeitura da capital paranaense e da Polícia Militar, entre
outros, na qual se definiu que o acampamento de apoio a Lula mudará de lugar. Permanecerão
nas proximidades da Superintendência da Polícia Federal apenas quatro tendas,
em um terreno particular, com estrutura para dar suporte aos manifestantes.
A Secretaria e
os militantes do PT e movimentos aliados, contudo, divergem em relação ao local
para onde o acampamento será levado. Segundo o governo paranaense, o local
determinado para pernoite dos militantes é o Parque do Atuba, a três
quilômetros da sede da PF. De acordo com os organizadores da mobilização, a
nova localidade será definida amanhã “de acordo com as possibilidades legais
oferecidas”.
VEJA.com

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