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Alerj
decidirá se Edson Albertassi, Paulo Melo e Jorge Picciani
permanecem presos ou não (Foto: Reprodução /
TV Globo)
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Eles são acusados
de corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Trio
do MDB teve R$ 270 milhões bloqueados pela Justiça.
O Tribunal
Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decide, nesta quinta-feira (15), se
aceita denúncia contra o trio de deputados estaduais do MDB presos na Operação
Cadeia Velha: Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi.
Os três foram
presos em novembro e a denúncia
foi oferecida no dia 5 do mês seguinte. Eles são acusados de
corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de capitais. No
total, eles tiveram R$
270 milhões bloqueados pela Justiça.
Caso o
colegiado da 1ª Sessão Especializada do TRF -2 acolha a denúncia, os três viram
réus na ação penal da Operação Cadeia Velha.
Quadrilha
começou na década de 1990, diz MPF
Os procuradores
apontam que o presidente da Alerj, seu antecessor e o segundo vice-presidente
formam uma organização
integrada ainda pelo ex-governador Sérgio Cabral, que vem se
estruturando de forma ininterrupta desde a década de 1990.
A organização,
como apurou o MPF, vem adotando práticas financeiras clandestinas e
sofisticadas para ocultar o produto da corrupção, que incluiu recursos federais
e estaduais, além de repasses da Federação das Empresas de Transportes de
Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor).
A petição do
MPF foi embasada em três frentes de apuração: os repasses da Fetranspor para
deputados; os recursos da Federação para uma conta de Cabral e sua partilha com
Picciani e Melo; e as doações da construtora Odebrecht a políticos, depois
declaradas em acordos de colaboração já homologados.
Por Gabriel Barreira, G1 Rio

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