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Jeffinho do Gás era vereador de Iguaba Grande e perdeu
o cargo após ser preso (Foto: Narayanna Borges/Inter TV)
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Jeffinho
do Gás teve a prisão preventiva decretada há sete meses e defesa alega
desacordo com as normas constitucionais.
O
Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) concedeu na tarde desta terça-feira (31) um
habeas corpus em favor do ex-vereador de Iguaba Grande (RJ), Jefferson Ferreira
Martini, o Jeffinho do Gás, suspeito
de mandar matar um empresário da cidade em janeiro de 2017.
O G1 tenta contato com a Secretaria
de Estado de Administração Penitenciária (Seap) para saber se o ex-vereador já
saiu da penitenciária. A equipe de reportagem também tenta localizar a defesa
de Jeffinho do Gás.
Segundo
a determinação do TJ-RJ, Jeffinho terá que se apresentar à Justiça todo quinto
dia útil do mês para prestar contas de suas atividades. Ele deve informar em
caso de mudança de endereço e só poderá deixar o município de Iguaba Grande em
caso de necessidades médicas ou trabalhistas.
No
processo, a defesa de Jeffinho alega constrangimento ilegal por parte do Juízo
da Vara Única da Comarca de Iguaba Grande, dizendo que ele era mantido preso
preventivamente há mais de sete meses, em desacordo com as normas legais e
constitucionais pertinentes.
O
crime
De
acordo com as investigações da Polícia Civil, o motivo do assassinato do
empresário foi um conflito de interesses na compra de um terreno em Araruama.
A
prisão de Jeffinho ocorreu no dia 10 de junho de 2017, quando ele foi abordado
quando passava de carro pela Ponte Rio-Niterói em uma operação conjunta da
Delegacia de Homicídios de Niterói/São Gonçalo (DHNSG) e do Grupo de Atuação
Especial de Repressão ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do
Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ).
Com
a prisão, Jeffinho
perdeu o cargo na Câmara dos Vereadores de Iguaba Grande e deu
lugar ao suplente Paulo Cesar Rito.
Por G1, Região dos Lagos

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