Segundo a Secretaria de Saúde
do município, resultado deve ficar pronto até sexta-feira (26).
A Prefeitura de Cantagalo, na
Região Serrana do Rio, aguarda o resultado do exame de um paciente após morte
por suspeita de febre amarela ou leptospirose. De acordo com a Secretaria de
Saúde do município, o resultado deve ficar pronto até sexta-feira (26).
Segundo a Prefeitura, o paciente
de 44 anos foi internado na segunda-feira (22) no hospital em Cantagalo e
morreu na tarde de terça-feira (23). Segundo o município, ele morava no Centro
da cidade, mas tinha um sítio em uma área rural.
O corpo do paciente foi enterrado
na manhã desta quarta (24), no Cemitério Municipal de Cantagalo.
De acordo com a Secretaria de
Estado de Saúde do Estado (SES), sete casos da doença já foram confirmados em
2018 na Região Serrana, sendo três mortes. Em todo o Estado, foram registrados
20 casos de febre amarela, com oito óbitos.
Em Teresópolis duas pessoas
morreram com a doença este ano, segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde
(SES). Um homem,
de 48 anos,que morava em Canoas, zona rural do município e um idoso,
de 64 anos,que morava em Água Quente.
Já em Nova Friburgo, a SES
confirmou que a morte de um jovem
de 21 anos foi em decorrência da febre amarela. O corpo
de Marlon Dutra foi enterrado na terça-feira, em Riograndina.
O Estado também confirmou um caso
da doença em Petrópolis e Duas Barras. Os pacientes já tiveram
alta.
O que é febre amarela?
A febre amarela é uma doença
infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido por mosquitos
infectados. Em área rural ou de floresta, os macacos são os principais
hospedeiros e a transmissão ocorre pela picada dos mosquitos transmissores
infectados Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, a doença pode ser transmitida
principalmente por mosquitos da espécie Aedes aegypti. Não há transmissão
direta de pessoa a pessoa.
Os sintomas iniciais da febre
amarela incluem o início súbito de febre, calafrios, dor de cabeça intensa,
dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e
fraqueza.
Por Aline Rickly, G1 Região Serrana

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