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Ex-candidato
à presidência e ex-ministro da Guatemala
Manuel Baldizón (Foto: REUTERS/Jorge Dan
Lopez)
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Manuel
Baldizón, candidato à Presidência da Guatemala em 2011 e 2015, teve os
primeiros contatos com a empreiteira em 2013.Números foram revelados por
Procuradoria nesta quarta-feira (24).
O ex-candidato
à Presidência da Guatemala, Manuel Baldizón, detido em Miami (Estados Unidos)
desde o último sábado por conta de seu envolvimento no caso Odebrecht, recebeu
US$ 1,3 milhão dos US$ 3 milhões acordados com a construtora brasileira,
informou na quarta-feira a Comissão Internacional Contra a Impunidade do país.
O chefe da
Comissão Internacional Contra a Impunidade na Guatemala (CICIG), o colombiano
Iván Velásquez, revelou durante entrevista coletiva, parte da primeira fase
desta investigação, feita junto com o Ministério Público (MP-promotoria).
Foi o
ex-ministro das Comunicações, Alejandro Sinibaldi, foragido da Justiça, que
ordenou aos diretores da Odebrecht dar US$ 3 milhões a Baldizón, dos que só
recebeu US$ 1,3 milhão através de várias contas e empresas situadas em
diferentes países, como China e Antígua e Barbuda.
Baldizón,
candidato à Presidência da Guatemala em 2011 e 2015 pelo partido opositor
Liberdade Democrática Renovada (Líder), teve os primeiros contatos com a
Odebrecht em 2013, quando Sinibaldi o convidou para uma reunião em sua casa com
diretores da construtora.
Neste encontro,
ele pediu o pagamento dos US$ 3 milhões, ainda que no final tenha recebido o
pagamento de US$ 1,3 milhão, segundo as investigações do Ministério Público e a
CICIG, revelada na quarta-feira por seus titulares, Thelma Aldana e Iván
Velásquez, respectivamente.
Foi Baldizón
quem facilitou "contas e empresas" para que se pudessem cobrar os US$
17,9 milhões pagos em propina pela construtora brasileira.
Por Agencia EFE

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