11/10/2017

Homem perdido em trilha envia a localização pelo Whatsapp e é encontrado na Serra pelos bombeiros

Homem perdido em trilha do Açu facilitou a busca dos bombeiros
ao enviar localização pelo Whatsapp
(Foto: Priscila Torquato/Inter TV e Divulgação/Bombeiros (localização))
Segundo os militares, ele é do Rio de Janeiro e ia fazer a Travessia Petrópolis-Teresópolis nesta terça (11), mas desistiu e acabou ficando perdido por mais de três horas.
Um homem de 27 anos, que estava perdido há mais de três horas em uma trilha no Morro do Açú em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, enviou a localização pelo Whatsapp e foi encontrado pelos bombeiros na noite desta terça-feira (11).
"Ele não sabia usar, mas o orientei pelo telefone e foi um dos recursos usados para que conseguissêmos chegar até o local", disse o comandante do Corpo de Bombeiros, Ramon Camilo.
Segundo os militares, também foram usados apitos e lanternas para localizar o homem, que é do Rio de Janeiro e não conseguia achar o caminho de volta após ter desistido de fazer a Travessia Petrópolis - Teresópolis.
O comandante disse que ele estava a 1 km para dentro da mata e a quatro horas de caminhada da entrada do Parque Nacional Serra dos Órgãos (Parnaso).
Ainda segundo Ramon Camilo, quando a equipe dos militares chegaram, ele foi alimentado e hidratado e já começaram a descer a trilha. A previsão, de acordo com o comandante, é que cheguem ao quartel de Petrópolis, por volta das 23h, onde a família, que também é do Rio, está aguardando.
Bombeiros alertam sobre cuidados que trilheiros devem adotar antes de começar a caminhada
Ramon Camilo disse que é importante que os trilheiros comuniquem aos bombeiros quando começarem uma travessia na Parnaso ou em outro local de Reserva Ambiental. "Assim ficamos preparados caso ocorra algum empecilho", afirmou.
O comandante disse ainda que as caminhadas devem ser realizadas durante o dia e que aparelhos de comunicação, como celulares e aplicativos de georreferenciamento são importantes em uma situação de resgate.
Segundo Ramon, também é importante não se separar dos grupos e dos guias. "Nas trilhas existem diversos perigos, como, por exemplo, abismos e animais peçonhentos", afirmou.

Por Aline Rickly, G1, Petrópolis

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