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"Já
dispomos de 125 integrantes [da Força Nacional no Rio] e
iremos reforçar essa participação através de
mais 100 neste
primeiro
momento”. afirmou
Serraglio
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Osmar Serraglio disse que, em
reunião, Temer solicitou medidas para conter a crise de segurança no estado.
Governador Pezão pediu ao governo federal o envio de homens.
O ministro da Justiça, Osmar
Serraglio, anunciou nesta quarta-feira (3) envio de homens da Força Nacional e
da Polícia Rodoviária Federal para atuar na crise de segurança pública no Rio
de Janeiro.
A decisão, segundo ele, foi tomada
em reunião com o presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto. De acordo com
o ministro, o presidente ligou durante a conversa para o governador do Rio de
Janeiro, Luiz Fernando Pezão, que solicitou o reforço de homens.
"Já dispomos de 125
integrantes [da Força Nacional no Rio] e iremos reforçar essa participação
através de mais 100 neste primeiro momento. E também há um pleito relativo à
Polícia Rodoviária Federal", afirmou Serraglio em pronunciamento no Palácio
do Planalto.
Ainda de acordo com o ministro,
setores de inteligência identificaram que a Via Dutra é um dos pontos que mais
precisam do reforço de policiais rodoviários, por ser rota de tráfico de drogas
e armas, além de veículos de carga que passam pela via serem alvo de frequentes
assaltos.
"Há uma identificação por
parte do Rio que, entre outras rodovias, mais especificamente a Via Dutra está
servindo de canal de alimentação do Rio de drogas, armamentos, assalto a
cargas, transportes, e tudo isso termina alimentando o sistema da organizãoes
criminais", afirmou o ministro.
Ônibus queimados
O governo afirmou que o reforço
para o Rio não se deve unicamente aos nove ônibus queimados nesta terça-feira
(2) na Avenida Brasil. O ataque ocorreu após megaoperação da Polícia Militar
para acabar com a guerra entre traficantes na Cidade Alta, comunidade em
Cordovil, na Zona Norte.
De acordo com o ministro, o
reforço da União leva em conta o quadro de insegurança que o estado vem
apresentando nos últimos meses.
"Neste momento, claramente, o
Rio de Janeiro precisa dessa mão amiga que o presidente está estendendo",
disse Serraglio.
Por Gustavo Aguiar, G1,
Brasília

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