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por Estadão Alexandre de Moraes cumprimenta
o senador
Eduardo Braga (PMDB-AM); investigado na Lava Jato,
o senador Edison Lobão (PMDB-MA), à esq.
, preside a
sessão da sabatina
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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR)
pediu à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o adiamento da sabatina de
Alexandre de Moraes para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)
com base em um projeto de lei apresentado pelo presidente do PSDB, Aécio Neves
(MG). O pedido, porém, foi negado e a sabatina mantida.
A petista relembrou manifestações
públicas da sociedade civil contrárias à indicação de Moraes, como o
abaixo-assinado com 270 mil assinaturas entregue por estudantes da Universidade
de São Paulo. Com base nisso, a senadora requisitou mais tempo para a sabatina
conforme sugerido em um projeto de resolução do tucano Aécio, que prevê
realização de audiências públicas.
De acordo com Gleisi, o projeto de
Aécio alega que sabatinas nos Estados Unidos duram cerca de sete meses. A
proposta prevê duas audiências públicas e duas sabatinas, sendo uma delas
aberta a todos os senadores, e não somente àqueles do colegiado da comissão.
Em tom irônico, Aécio agradeceu à
senadora pela lembrança ao projeto, mas afirmou que ele não foi aprovado, em
2015, quando apresentado, porque a base do governo do PT não deu seu apoio.
O senador pediu que, na sessão de
hoje, fosse válido o que está previsto no regimento atual do Senado: cinco dias
úteis entre o relatório e a sabatina, de forma que a sabatina se realize nesta
terça-feira. Após a discussão, o senador Edison Lobão (PMDB-MA), presidente da
CCJ, indeferiu a questão de Gleisi.

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