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Forças Armadas atuam no reforço do patrulhamento do Rio
desde a terça-feira (14) (Foto:
Ricardo Abreu / GloboNews)
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Suspeitos
tentaram roubar uma moto na região e durante a fuga teriam trocado com
militares. Pessoas que passavam pelo local relatam momentos de pânico.
De acordo com
uma testemunha qua passava pelo local em um ônibus na hora do tiroteio e que
preferiu não se identificar, o tiroteio aconteceu entre o Into e a Rodoviária
Novo Rio. "Tinha vários carros das Forças Armadas e soldados da rua e
começou uma sequência de tiros. Quando cessou, vimos que tinha uma pessoa caída
no chão", explicou a testemunha.
Ela conta que os
passageiros viveram momentos de pânico durante a troca de tiros. "As
pessoas se jogaram no chão e, quando o motorista falou que mataram um homem,
nós nos levantamos e foi um desespero total", contou a testemunha.
Um outro homem,
que estava em um carro, contou que sofreu uma tentativa de roubo na região.
Militares no
RJ
Nove mil homens do Exército e da Marinha já estão nas ruas para ajudar na segurança do Rio, Niterói e São Gonçalo. A vinda das Forças Armadas ao estado foi um pedido do governador Luiz Fernando Pezão ao presidente Michel Temer.
Nove mil homens do Exército e da Marinha já estão nas ruas para ajudar na segurança do Rio, Niterói e São Gonçalo. A vinda das Forças Armadas ao estado foi um pedido do governador Luiz Fernando Pezão ao presidente Michel Temer.
Inicialmente,
eles ficam até a próxima quarta-feira (22), mas esse prazo pode ser estendido
para depois do carnaval. Na tarde de terça-feira (14), era possível ver homens
do Exército patrulhando na TransOlímpica.
O exército vai
atuar na TransOlímpica do Recreio até Deodoro, na Avenida Brasil, Niterói e São
Gonçalo. Já os fuzileiros navais vão patrulhar o Caju, Cais do Porto, aeroporto
Santos Dumont, Marina da Glória, Aterro do Flamengo, Copacabana, Lagoa, Leblon
e Ipanema.
Em todos esses
locais, as Forças Armadas vão substituir os PMs e vão ter poder de polícia,
inclusive, revistando passageiros nos ônibus na operação nas praias no verão.
Não terá patrulhamento das Forças Armadas em comunidades nem na Baixada
Fluminense.
G1

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