O relato que
você vai ler nesta reportagem envolve uma família de Rio das Ostras e mostra um
fato corriqueiro para quem utiliza a BR 101, no trecho da Niterói -Manilha: Os
arrastões. A família de Rio das Ostras passou por momentos de terror e ficou no
meio do fogo cruzado entre policiais militares e bandidos. O relato é
aterrorizante, e mostra a que ponto a insegurança domina a vida de quem mora na
região metropolitana do Rio de Janeiro.
A família
riostrense, que não será identificada nesta reportagem, voltava do Rio de
Janeiro na tarde de ontem quando encontrou um engarrafamento na Rodovia
Niterói-Manilha. Segundo relato, vários carros começaram a voltar pela
contramão e tiros começaram a ser disparados por policiais miltares que saíram
de dentro de um posto de gasolina. Em pânico a família tentou se refugiar em
uma rua de terra de uma comunidade às margens da rodovia federal, mesmo
não conhecendo o local.
" O trânsito começou a parar e chegamos a pensar que se tratava de uma obra ou acidente. Foi quando percebemos que os carros à nossa frente começaram a voltar na contramão. Era um arrastão. Nós voltamos também mas quando chegamos em um posto de gasolina encontramos vários policiais militares à pé e estes policiais começaram a trocar tiros com os bandidos que faziam o arrastão, do nosso lado. Uma coisa assustadora. Procuramos fugir entrando em uma rua de terra, mas ficamos com medo pois não sabíamos onde estávamos e aquela região era completamente desconhecida. Quando voltamos para o posto de gasolina, que estava cheio de carros, ficamos sabendo que o arrastão havia terminado e que a estrada estava liberada. Uma frentista que nos atendeu disse que os arrastões e assaltos se tornaram frequentes, até dentro dos postos de combustíveis, no momento em que as pessoas estão abastecendo seus veículos. Quando voltamos para a estrada percebemos que não havia mais ninguém na pista. Estava tudo vazio", contou a moradora de Rio das Ostras ouvida por nossa reportagem.
" O trânsito começou a parar e chegamos a pensar que se tratava de uma obra ou acidente. Foi quando percebemos que os carros à nossa frente começaram a voltar na contramão. Era um arrastão. Nós voltamos também mas quando chegamos em um posto de gasolina encontramos vários policiais militares à pé e estes policiais começaram a trocar tiros com os bandidos que faziam o arrastão, do nosso lado. Uma coisa assustadora. Procuramos fugir entrando em uma rua de terra, mas ficamos com medo pois não sabíamos onde estávamos e aquela região era completamente desconhecida. Quando voltamos para o posto de gasolina, que estava cheio de carros, ficamos sabendo que o arrastão havia terminado e que a estrada estava liberada. Uma frentista que nos atendeu disse que os arrastões e assaltos se tornaram frequentes, até dentro dos postos de combustíveis, no momento em que as pessoas estão abastecendo seus veículos. Quando voltamos para a estrada percebemos que não havia mais ninguém na pista. Estava tudo vazio", contou a moradora de Rio das Ostras ouvida por nossa reportagem.
Segundo relatos
da Polícia Militar reproduzidos por Jornais de São Gonçalo e Niterói, dois
![]() |
| (Foto: Divulgação) |
O fato ocorrido
com a família de Rio das Ostras na tarde de ontem infelizmente vem se repetindo
na Niterói-Manilha e em diversas outras rodovias do Estado do Rio. Na
Rio-Teresópolis por exemplo, bandidos que vivem em comunidades próximas às
margens da BR 116 tem seguidamente fechado a estrada e praticado furtos e
roubos de automóveis, como o noticiado pelo Portal CidadesON a cerca de 30
dias. Na Niterói-Manilha, alguns pontos são considerados críticos pela Polícia,
como a região do Cemitério do Maruí, no início da Contorno em Niterói, do Porto
da Pedra, onde está o Shopping São Gonçalo, do Bairro de Itaúna, depois do
posto da Polícia Rodoviária Federal e, principalmente, o Jardim Catarina,
populoso bairro de São Gonçalo que possui diversas saídas para a rodovia.
Cidadeson


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