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Estudantes
aguardam pelo início das provas do Enem
(Ricardo
Matsukawa/VEJA.com)
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Com correção de
"equívoco" reconhecido pelo instituto, houve mudanças na
classificação das 200 melhores escolas do país
O Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Exame Nacional
do Ensino Médio (Enem), divulgou nesta segunda-feira as avaliações de 961
escolas que haviam sido deixadas de fora da divulgação dos resultados da prova
de 2015, conhecido no dia 4 de outubro. Estas escolas, que costumam ter mais
dinheiro e melhores professores do que colégios municipais e estaduais,
integram o Ensino Médio à educação profissional.
Após a divulgação dos resultados
do Enem, o Inep admitiu ter cometido um “equívoco” ao excluir 96% dos
institutos e escolas federais do ranking que ajuda a medir a qualidade do
ensino médio. O ranking relativo a 2015 registrava até agora apenas dezesseis unidades
federais, contra 275 no ano anterior.
Entre as excluídas estavam, por
exemplo, o tradicional Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, e o Instituto
Federal do Espírito Santo (Ifes), que conquistou o primeiro lugar entre todas
as escolas públicas do país nas provas objetivas de 2014.
Segundo o instituto, os 961
colégios cujas notas foram divulgadas hoje se dividem entre 92 escolas
privadas, 276 federais, 580 estaduais e 13 municipais. Entre as escolas que
tiveram seus resultados divulgados no início do mês, 355 tiveram sua
classificação no ranking alterada pela inclusão dos estudantes do Ensino Médio
integrado nos cálculos.

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