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| (Foto: Divulgação) |
A ação do Ministério Público
Eleitoral aconteceu após uma denúncia anônima. Outras 20 pessoas também foram
encaminhadas pra delegacia mas, segundo o delegado da Polícia Federal Felício
Laterça, essas pessoas não tinham ligação com a empresa, então foram ouvidas e
liberadas. De acordo com a Polícia Federal, na ação foram encontrados
vários documentos como CPF, título de eleitor e comprovante de residência.
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| (Foto: Divulgação) |
Por meio de nota, a promotora
Juliana Gomes, do MPE, informou que "o ocorrido não implica afastamento do
vereador do cargo, na medida em que o mesmo se encontra apenas indiciado pelo
crime do art. 299 do Código Eleitoral, sendo necessário aguardar o decorrer da
investigação para se saber se, com as provas colhidas e outras a serem
produzidas, haverá elementos que autorizarão o ajuizamento de ação penal e/ou
eleitoral em face do mesmo."
Em nota, o vereador afirmou que
prestou todos os esclarecimentos e está convicto que justiça será feita.
"A coordenação da campanha do
vereador Misaias vem a público esclarecer que o fato ocorrido no dia de ontem,
14/09/2016, em desdobramento da infrutífera medida cautelar de busca e
apreensão em seu comite eleitoral na qual toda a documentação exigida foi
devidamente apresentada as autoridades competentes. Firmamos o compromisso com
a verdade e afirmamos que apenas houveram esclarecimentos de fatos e
averiguações. [...] O vereador informa que adotará todas as medidas
administrativas e judiciais para fazer cessar a perseguição que vem sofrendo
por agentes da fiscalização, assim como para reparar o dano causado à sua
imagem e candidatura", informou a nota.
Do G1 Região dos Lagos


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