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Peregrinos
muçulmanos caminham em Arafat, neste
domingo
(11). (Foto: Ahmed Jadallah/Reuters)
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Em 2015, mais de 2 mil pessoas
foram mortas por esmagamento. Caminhada é dever religioso seguido anualmente.
As autoridades sauditas
posicionaram neste domingo (11) drones para vigiar os quase 2 milhões de
peregrinos que sobem o monte Arafat no ápice da peregrinação muçulmana do haj,
como parte da intensificação de esforços para evitar uma nova tragédia como a
do ano passado.
Em um dos desastres mais fatais
ocorrido durante o rito em décadas, o esmagamento em 2015 matou quase 800
peregrinos, segundo Riad. Mas as contagens de corpos repatriados por outros
países mostraram que mais de 2.000 pessoas podem ter morrido, sendo mais de 400
delas iranianas.
Cantando "aqui estou ao teu
serviço, ó Senhor" os fiéis sobem as montanhas próximas a Meca, onde o
Islã afirma que Deus testou a fé de Abraão, ordenando-lhe que sacrificasse seu
filho Ismael e onde o profeta Maomé deu seu último sermão.
De acordo com a Arábia Saudita,
1,85 milhão de peregrinos, a maioria deles de outros países, chegaram para a
peregrinação anual, um dever religioso para todo muçulmano com condições
financeiras e físicas para realizar a viagem.
O governo informou que preparou um
calendário rigoroso de entrada e saída de alojamentos para os peregrinos
estrangeiros. As autoridades também posicionaram drones com o objetivo de
reforçar a rede de vigilância eletrônica das multidões, que podem alertar as
autoridades para intervir rapidamente, se necessário.
Da Reuters

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