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Refugiados são resgatados na costa da Líbia,
no mar
Mediterrâneo (Giorgos Moutafis/Reuters)
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O Brasil participou do encontro
apenas como observador, já que não se comprometeu a estabelecer metas de
acolhimento
O presidente dos Estados Unidos,
Barack Obama, anunciou que mais de 50 países chegaram a um acordo nesta
terça-feira para acolher 360.000 refugiados em 2016. O pacto foi firmado
durante uma reunião sobre a crise migratória convocada pela Casa Branca e
realizada paralelamente aos debates da Assembleia Geral das Nações Unidas
(ONU), em Nova York.
O Brasil, representado pelo
ministro da Justiça Alexandre de Moraes, participou do encontro apenas como
observador, já que não se comprometeu a estabelecer metas de acolhimento. “As
mais de 50 nações que participam da cúpula sobre refugiados na ONU vão dobrar o
acolhimento”, garantiu Obama. Mais cedo, em seu discurso na Assembleia Geral da
ONU, Obama ressaltou a importância de ajudar os refugiados e destacou que os
EUA construíram sua força e sua história com seus muitos imigrantes.
O presidente ainda disse que os
Estados Unidos pretendem receber 85.000 refugiados em 2016 e 110.000 em 2017.
“Devemos reconhecer que os refugiados são sintoma de um fracasso mais amplo, de
tensões e perseguições. Organizei esse encontro porque todos precisamos fazer
mais”, acrescentou. Além dos EUA, se comprometeram com a meta países como
Etiópia, Alemanha, Jordânia, México, Canadá e Itália.
(Com ANSA)

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