O Partidos dos Trabalhadores (PT)
discute abreviar o mandato atual da direção e antecipar as eleições internas
para o início de 2017. Isso por estar acuado em função das sucessivas
denúncias de corrupção e por estar afastado do poder central depois de quase 14
anos.
Segundo a coluna Painel, da Folha
de S. Paulo, as articulações devem ganhar força depois das disputas municipais.
A maior corrente petista, a CNB, também deve ter integrantes envolvidos nas
discussões.
Na avaliação de quem defende esta
teoria é que, com Dilma Rousseff fora do Planalto, a legenda precisará se
reinventar, exigindo um comendo com "sangue novo".
No entanto, muitos
afirmam que o partido não fará “um golpe dentro do golpe” para derrubar o
atual comando. Especula-se que uma nova eleição deve acontecer somente com
a anuência de Rui Falcão, presidente da sigla.

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