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O presidente da Venezuela, Nicolás
Maduro, declarou neste domingo (22/05) que o país está preparado em caso de uma
possível invasão ou tentativa de golpe.
"Creio que estamos mais
preparados do que jamais estivemos e os evitaremos", disse durante um ato
de práticas militares no estado de Vargas. Ele assinalou que o governo também
está preparado contra "processos internos de comoção e
desestabilização".
Maduro também solicitou ao
ministro da Defesa, Vladimir Padrino, a adoção de uma estratégia de combate à
"guerra não convencional" da qual tem sido vítima.
O presidente venezuelano ressaltou
que a "guerra econômica" promovida pela oposição é uma tentativa de
criar uma "confrontação interna", mas não tem sido bem sucedida
porque o governo "protege o povo". "O tema da falta de segurança
passou do limite", afirmou.
Rodeado por soldados armados com
fuzis, Maduro coordenou a última jornada de recrutamento do movimento
"Independencia 2016", que convocou unidades militares a se preparar
contra ameaças externas.
"Esse é o caminho, se
queremos soberania, dignidade, se queremos ser donos de nossas riquezas, se
queremos construir nosso sistema econômico sem interferência de nenhum
império", disse Maduro.
As declarações vêm dias depois de
Maduro decretar um estado de exceção e emergência econômica que daria ao
governo "poder suficiente" para fazer frente a um suposto golpe de
estado e planos de intervenção de "exércitos estrangeiros".

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