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Macaé é o
primeiro município no estado a ser contemplado
este ano com
o curso (Fotos: Rui
Porto Filho / Arte Rio das Ostras Jornal)
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Os profissionais da pesca
cadastrados pela prefeitura para a frente de trabalho durante o Defeso do
Camarão e da Piracema participaram, até esta sexta-feira (1º), do curso de Boas
Práticas e Beneficiamento Artesanal de Pescado. O evento que começou na última
quarta-feira (30) e é uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento
Econômico, Tecnológico e Turismo, a Fundação Instituto de Pesca do Estado do
Rio de Janeiro (Fiperj), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a
empresa Repsol Sinopec.
A gerente de qualidade do Mercado
Municipal de Peixes, da Subsecretaria de Pesca, Mariana Previtali, lembra que a
novidade este ano nas ações da frente de trabalho é a inclusão de cursos de
capacitação visando uma renda extra para estes profissionais. "Durante
todo defeso serão realizadas diversas atividades, que incluem a limpeza do
patrimônio ambiental, palestras e cursos. Entre os dias cinco e sete haverá
visita dos alunos da rede municipal ao Mercado. Eles irão conhecer todo
processo produtivo da pesca, a importância do consumo de peixes e noções de
boas práticas", disse.
O curso é ministrado pela equipe do escritório Regional Norte Fluminense II da Fiperj. As aulas teóricas aconteceram na carreta da Plataforma Educativa Repsol e os participantes receberam informações sobre os objetivos do beneficiamento do pescado, cadeia produtiva do pescado, decomposição e contaminação do pescado, higiene na manipulação do pescado e conservação do pescado.
O chefe do escritório da Fiperj, Luis Bernabe, ressaltou que Macaé é o primeiro município no estado a ser contemplado este ano com o curso de beneficiamento do pescado. As próximas cidades beneficiadas serão São João da Barra, Cabo Frio e Angra dos Reis. A aula teórica sobre Boa Práticas foi ministrada pelo extensionista da Fiperj, Vitor Naylor.
Foram realizadas as aulas práticas no Polo Multidisciplinar da UFRJ, no bairro Ajuda. No primeiro dia foi feita a filetagem do pescado, que depois foi moído e temperado. O extensionista da Fiperj, Luiz Salgado, explicou que foi utilizado o dourado e pargo, sendo essa a base para a produção de fishburguer, almôndegas e empanados de peixe (nuggets).
Além destes produtos as alunos também aprenderam a fazer quibe e linguiça de peixe. "A meta do curso é fazer com que agregue valor ao pescado, elaborando produtos que possam ser comercializados, para o aumento da renda familiar", detalhou.
Para a professora de Tecnologia de Alimentos da UFRJ, Ingrid Pereira, o papel da universidade é de contribuir com iniciativas que promovam a qualificação da comunidade. "A promoção de ações como esta é também um resgate da história e identidade da cidade", frisou.
A descascadora de camarão, Ana Cláudia Coutinho, contou que aprendeu, inclusive, filetagem do peixe. "É sempre bom aprender, e com certeza irei colocar todo o aprendizado em prática. Quem sabe vou vender meus produtos e ganhar um dinheiro extra", vislumbrou.
O curso é ministrado pela equipe do escritório Regional Norte Fluminense II da Fiperj. As aulas teóricas aconteceram na carreta da Plataforma Educativa Repsol e os participantes receberam informações sobre os objetivos do beneficiamento do pescado, cadeia produtiva do pescado, decomposição e contaminação do pescado, higiene na manipulação do pescado e conservação do pescado.
O chefe do escritório da Fiperj, Luis Bernabe, ressaltou que Macaé é o primeiro município no estado a ser contemplado este ano com o curso de beneficiamento do pescado. As próximas cidades beneficiadas serão São João da Barra, Cabo Frio e Angra dos Reis. A aula teórica sobre Boa Práticas foi ministrada pelo extensionista da Fiperj, Vitor Naylor.
Foram realizadas as aulas práticas no Polo Multidisciplinar da UFRJ, no bairro Ajuda. No primeiro dia foi feita a filetagem do pescado, que depois foi moído e temperado. O extensionista da Fiperj, Luiz Salgado, explicou que foi utilizado o dourado e pargo, sendo essa a base para a produção de fishburguer, almôndegas e empanados de peixe (nuggets).
Além destes produtos as alunos também aprenderam a fazer quibe e linguiça de peixe. "A meta do curso é fazer com que agregue valor ao pescado, elaborando produtos que possam ser comercializados, para o aumento da renda familiar", detalhou.
Para a professora de Tecnologia de Alimentos da UFRJ, Ingrid Pereira, o papel da universidade é de contribuir com iniciativas que promovam a qualificação da comunidade. "A promoção de ações como esta é também um resgate da história e identidade da cidade", frisou.
A descascadora de camarão, Ana Cláudia Coutinho, contou que aprendeu, inclusive, filetagem do peixe. "É sempre bom aprender, e com certeza irei colocar todo o aprendizado em prática. Quem sabe vou vender meus produtos e ganhar um dinheiro extra", vislumbrou.

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