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Confusão durante a Marcha das Mulheres, em
São Paulo
(Leonardo Benassatto/Futura Press)
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Enquanto o governo se preocupa com
a manifestação do próximo domingo, temendo confrontos entre manifestantes pró e
contra o impeachment de Dilma Rousseff, o ato desta terça-feira pelo Dia da
Mulher em São Paulo, em que só desfilaram vozes da esquerda, não terminou sem
um conflito. A inclusão de desagravos a Dilma e a Lula na pauta do ato
contrariou alguns movimentos sociais e partidos. Tanto que no carro de som
estacionado em frente ao Masp, na Avenida Paulista, uma militante foi
hostilizada e quase agredida porque, além de pedir a saída de Eduardo Cunha da
presidência da Câmara, bradou para que Renan Calheiros, Geraldo Alckmin e...
Dilma Rousseff deixem seus cargos. Enquanto militantes do PSOL aplaudiam a
mulher, algumas outras, exaltadas, lhe dirigiam impropérios enquanto a
aguardavam na saída do carro de som. Certamente, para dialogarem
democraticamente.(João Pedroso de Campos, de São Paulo)

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