Seis hospitais de Cabo Frio, na
Região dos Lagos do Rio, estão com o atendimento reduzido devido à greve dos
profissionais da Saúde. Na manhã desta quinta-feira (4), cerca de 70% dos
funcionários concursados já havia aderido ao movimento, que teve início no dia
1º, de acordo com o presidente do sindicato dos servidores da saúde, Gelcimar
Almeida.
A categoria pede o pagamento das
diferenças salariais, como insalubridade, adicional noturno, triênios,
adicional de plantão e diárias de viagem. De acordo com o presidente do
sindicato, esses benefícios não são pagos desde outubro de 2015 e os servidores
não consegue acessar os contracheques desde o mesmo período.
Participam da paralisação técnicos
de enfermagem, enfermeiros, auxiliares de serviços gerais do Hospital do Jardim
Esperança, Hospital da Mulher, Hospital da Criança, Hospital São José Operário,
PAM, Hospital de Tamoios, além de algumas Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Segundo Gelcimar, a categoria quer
que a regularização seja feita até esta sexta-feira (5). A categoria também
pede, junto ao Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindcaf), a
regularização do calendário de pagamento para que todos os funcionários
públicos recebam no 5º dia útil de cada mês.
De acordo com o presidente do
Sindicaf, Olney Vianna, caso a situação do calendário não seja acertada, os
servidores da Saúde podem entrar na greve geral programada para o sábado (6).

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