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Província chinesa fez confisco de retratos
de Dalai Lama (Foto: Ashwini Bhatia/AP)
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Confisco faz
parte de campanha contra publicações ilegais. Dalai Lama goza de grande popularidade entre os tibetanos.
Uma província
chinesa com boa parte da população tibetana lançou uma operação para confiscar
imagens do líder espiritual no exílio Dalai Lama, como parte de uma campanha
contra publicações ilegais e a pornografia.
O confisco
"é uma campanha recorrente contra a pornografia e as publicações ilegais
antes do Ano Novo" chinês, disse Gou Yadong, um responsável da área de
propaganda da província de Sichuan (sudoeste), citado pelo jornal oficial
Global Times.
Todos os
comerciantes desta província vizinha do Tibete foram convocados a entregar em
até uma semana as fotos que tiverem de Dalai Lama e que vendem clandestinamente
apesar da interdição oficial.
O Dalai Lama,
acusado pelas autoridades comunistas de buscar a secessão do Tibete, goza de
grande popularidade entre os tibetanos, que o consideram um líder espiritual.
As autoridades
organizaram, com a participação de policiais e de outros funcionários, uma
"Brigada de Aplicação da Lei", que terá como missão apreender as
imagens de Dalai Lama.
Lian Xiangmin,
especialista do Centro de Investigações sobre o Tibete, baseado em Pequim,
explicou que colocar fotos de Dalai Lama (Prêmio Nobel da Paz 2010) "à
vista dos chineses é como pendurar um retrato de Saddam Hussein à vista dos
americanos".

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