Família de Kaique pretende
processar prefeitura e consórcio operacional.
O Consórcio Operacional do BRT
informou nesta sexta-feira (5) que a estação Mercadão de Madureira, do corredor
Transcarioca, foi reaberta ao público, nove dias após uma criança de quatro
anos ter recebido uma violenta descarga
elétrica ao encostar numa das roletas.
Durante o período em que ficou
fechada, a estação passou por uma auditoria para que as condições de segurança
necessárias à sua operação fossem restabelecidas. No período, os passageiros
foram orientados a utilizar as estações vizinhas, localizadas a menos de 500
metros. A 29ª DP (Madureira) investiga o caso.
A família de Kaique Diego de
Araújo disse ao G1 que só espera o menino deixar o CTI pediátrico do hospital
Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste do Rio, para processar a
Prefeitura do Rio e o Consórcio BRT.
A afirmação foi feita pela avó
materna do menino, Maria do Socorro Viana de Araújo, de 41 anos, na
quinta-feira (4), na porta da unidade de saúde.
"A partir do momento em que a
catraca estava dando choque desde as 8h e ele [Kaique] tomou o choque às 17h,
isso é um crime", critica ela.
Kaique saiu do coma há seis dias e
não corre mais risco de vida, mas permanece sedado e em tratamento de uma
pneumonia. A avó do menino afirmou ainda que as condições do
CTI pediátrico quando Kaique foi levado para a unidade não eram nada boas. "Não havia nada, tiveram que trazer de outras unidades. Agora, graças a Deus, melhorou", disse ela.
CTI pediátrico quando Kaique foi levado para a unidade não eram nada boas. "Não havia nada, tiveram que trazer de outras unidades. Agora, graças a Deus, melhorou", disse ela.
Em nota, via assessoria de
imprensa, o Consórcio BRT informou que não se pronunciaria sobre a possível
ação judicial, pois o caso ainda está em fase de inquérito policial.

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