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Em
pronunciamento, presidente Dilma convoca união
dos
brasileiros no combate a Aedes aegypti e zika vírus
(Youtube/Reprodução)
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A presidente Dilma Rousseff voltou
nesta quarta-feira a falar em cadeia nacional de rádio e televisão depois de
quase um ano. E novamente foi alvo de um panelaço. Houve manifestações em
bairros de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador e
Curitiba, além de cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Na capital
paulista, foram registrados panelaços em Higienópolis, Santa Cecília,
Consolação, no Centro, em Pinheiros, Alto da Lapa e Vila Romana, na Zona Oeste,
na Vila Olímpia, Moema e no Jardim Marajoara, na Zona sul. Em alguns bairros,
foi registrado também buzinaço. Dilma usou o pronunciamento para tratar do
surto de zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, também vetor da
dengue e da chikungunya. A presidente apelou à população que se mobilize no
combate ao mosquito. "Basta que impeçamos o mosquito transmissor de se
reproduzir em águas paradas. Se o mosquito não nascer, o vírus Zika não tem
como viver", disse. Ela pediu ainda a formação de um "exército de paz
e de saúde, com a participação dos 204 milhões de brasileiros e
brasileiras".
Para encerar, a petista afirmou
que o governo federal fará "tudo, absolutamente tudo" para proteger
as mulheres grávidas. "Quero transmitir, agora, uma palavra especial de
conforto às mulheres brasileiras, principalmente às mães e às futuras mamães.
Faremos tudo, absolutamente tudo, que estiver ao nosso alcance para
protegê-las. Faremos tudo, absolutamente tudo, para apoiar as crianças atingidas
pela microcefalia e suas famílias", disse. Assim que teve início o
discurso da petista, começou o protesto. Imediatamente depois do término do
pronunciamento as redes sociais foram encharcadas por vídeos que mostravam o
panelaço pelo país.

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