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| Porto da Petrobras, Imbetiba/ Macaé (Foto: Angel Morote) |
Orçamento da prefeitura cai meio
bilhão em 2016
A queda do preço do barril do
petróleo - que esta semana chegou à cotação de 28 dólares -, volta a atingir a
economia internacional, sendo sentida também no Brasil, principalmente pelas
cidades produtores de petróleo. Em Macaé, a previsão de orçamento da prefeitura
para 2016 era de R$ 2,081 bilhões. Diante do novo cenário econômico, a projeção
agora é que este valor fique em torno de R$ 1,5 bilhão.
Além da diminuição dos valores de
repasse dos royalties e participação especial, toda a cadeia produtiva e
atividades ligadas ao setor acabam sendo afetadas pela retração das atividades.
Como consequência, a arrecadação de recursos próprios com o recebimento de
impostos do governo municipal também é impactada.
- Este ano será ainda mais desafiador para todo gestor público. É preciso equilibrar contas e diminuir ainda mais os custos a fim de que a diminuição da receita não prejudique a qualidade do serviço prestado à população - avalia o prefeito de Macaé, Dr. Aluízio, que também é presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro).
Outro fator que colaborou para a projeção negativa foi o anúncio realizado pela Petrobras, na última semana, em que a estatal reduziu em 25% a previsão de investimentos da companhia até 2019. "A falta de atividade petroleira em Macaé é insuportável e insustentável para o município, porque desemprega a população. É preciso a revisão de políticas nacionais que estimulem o setor. Nossos esforços estão concentrados em adotar medidas que evitem novas demissões e mantenham recursos para áreas prioritárias", concluiu Dr. Aluízio.
- Este ano será ainda mais desafiador para todo gestor público. É preciso equilibrar contas e diminuir ainda mais os custos a fim de que a diminuição da receita não prejudique a qualidade do serviço prestado à população - avalia o prefeito de Macaé, Dr. Aluízio, que também é presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro).
Outro fator que colaborou para a projeção negativa foi o anúncio realizado pela Petrobras, na última semana, em que a estatal reduziu em 25% a previsão de investimentos da companhia até 2019. "A falta de atividade petroleira em Macaé é insuportável e insustentável para o município, porque desemprega a população. É preciso a revisão de políticas nacionais que estimulem o setor. Nossos esforços estão concentrados em adotar medidas que evitem novas demissões e mantenham recursos para áreas prioritárias", concluiu Dr. Aluízio.

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