Governador possui reunião com a
presidente Dilma na quarta (23). Secretário de Saúde anunciou que deixará o cargo.
O governador Luiz Fernando Pezão
afirmou, em entrevista na manhã desta terça-feira (22), que o Governo do Estado
do Rio de Janeiro precisará
de cerca de R$ 350 milhões para reabrir todas as emergências de hospitais
estaduais que estão fechadas por problemas no pagamento dos salários de
funcionários e por falta de insumos, como mostrou o RJTV.
Pezão e o secretário estadual de
saúde, Felipe Peixoto, participaram de um evento no quartel do Corpo de
Bombeiros em Guadalupe, na Zona Norte, para a distribuição de 276 carros para
prefeituras do Rio. Os veículos serão usados no combate do Aedes Aegypt.
Na próxima quarta (23), o
governador possui uma reunião marcada com a presidente Dilma Rousseff, na qual
deve abordar os problemas da rede estadual de saúde. Ele também se reunirá com
responsáveis por empresas que devem impostos do Governo do Rio. Além disso,
Pezão afirmou que pediu ajuda aos prefeitos de cidades da Região Metropolitana
para reforçar os plantões de unidades que estão fechadas.
“A minha luta é para reabrir todos
os hospitais. Vou fazer o esforço que precisar. Saio daqui com o secretário
Felipe Peixoto para ver quem pode me ajudar nos plantões e reabrir todas as
emergências. Pedi ajuda aos prefeitos, principalmente da Região Metropolitana
do Rio, para me auxiliar”, afirmou o governador Luiz Fernando Pezão.
Secretário deixará cargo
O secretário estadual de Saúde, Felipe Peixoto, anunciou que deixará o cargo para concorrer à Prefeitura de Niterói. Ele afirmou que havia combinado com Pezão que só permaneceria no cargo por um ano e culpou a crise econômica pelos problemas na rede estadual de saúde.
O secretário estadual de Saúde, Felipe Peixoto, anunciou que deixará o cargo para concorrer à Prefeitura de Niterói. Ele afirmou que havia combinado com Pezão que só permaneceria no cargo por um ano e culpou a crise econômica pelos problemas na rede estadual de saúde.
“Tenho um combinado com o
governador de ficar um ano me dedicando em prol da saúde do Estado do Rio. É um
esforço fora do normal em um ano de crise. Se você reparar, vários hospitais
municipais, estaduais e federais ao longo do período tiveram problemas. Conseguimos
segurar até o começo deste mês, quando a saúde também foi afetada. Reconhecemos
o problema e estamos trabalhando para voltar com as nossas atividades”, contou
Felipe Peixoto.
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