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O presidente
da Venezuela, Nicolás Maduro
(Edgard
Garrido/Reuters)
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Companhia afirma estar sem
matéria-prima, mas governo acusa empresa de estimular o desabastecimento de
alimentos e bebidas no país
Diversos funcionários da Pepsi-Cola
Venezuela foram detidos de forma "arbitrária" após a suspensão das
operações em uma fábrica por falta de matérias-primas, de acordo com a empresa
de alimentos Empresas Polar, que detém a operação local da Pepsi.
O presidente da Venezuela, Nicolás
Maduro, tem acusado rotineiramente a Polar, maior produtora de alimentos e
bebidas do país, de diminuir a produção ou armazenar os bens para estimular a
escassez de produtos no país. A Polar nega as acusações.
Em sua página do Twitter, a empresa
afirmou que os inspetores do Ministério do Trabalho prenderam os funcionários e
ordenaram a reativação da fábrica na cidade de Caucagua, no Estado central de
Miranda.
"Nós denunciamos a detenção dos
trabalhadores da fábrica da Pepsi-Cola Vzla Caucagua", disse a empresa por
meio de sua conta no Twitter, prometendo entrar com um pedido de defesa legal
para seus funcionários. "No caso da fábrica de Caucagua, não temos
matérias-primas suficientes."
A empresa disse que as linhas de
produção foram interrompidas devido a atrasos no sistema de controle da moeda
do país, que inviabilizaram a importação das matérias-primas necessárias, mas
não deu mais detalhes.

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