Doleiro prestou depoimento em
inquérito da Operação Lava-Jato. Campanha teria recebido dinheiro de empresas envolvidas em corrupção.
O ex-governador Sérgio Cabral
afirmou que está "indignado" por ter o nome envolvido em uma acusação
feita pelo doleiro Alberto Youssef, que afirmou que a campanha dele ele e do
atual governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, teria
recebido R$ 30 milhões de empresas que participaram do esquema de fraude na
Petrobras.
A declaração de Youssef foi dada
em um depoimento prestado na tarde desta quinta-feira (10) em um inquérito da
Operação Lava-Jato contra Cabral e Pezão, ambos do PMDB.Eles são investigados
no Superior Tribunal de Justiça.
O doleiro afirmou ainda que não
participou das reuniões que definiram os valores a serem doados, pois o papel
dele era o de fazer as cobranças junto às empresas. Youssef contou ainda que o
acordo foi fechado pelo também delator e ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto
Costa, que deu o mesmo depoimento à justiça.
O governador Luiz Fernando
Pezão voltou a dizer que o depoimento do delator Paulo Roberto Costa não é
verdadeiro. E negou as declarações dadas ao STJ. O governador afirmou ainda que
confia na justiça e continua à disposição dos investigadores.
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