Resultados da tese de doutorado da
coordenadora do Programa foram publicados por colunista de O Globo
Os
resultados da pesquisa da coordenadora do Programa Municipal Saúde do Idoso,
Jane Teixeira, foram publicados na coluna do Ancelmo Góis, do Globo, no último
domingo, dia 31. A tese da médica, inédita no Brasil, avalia a mortalidade
por Doença de Alzheimer no Brasil. Ligada à Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz,
suas pesquisas incluem um levantamento específico sobre Rio das Ostras.
O trabalho
de Jane Teixeira na Rede Municipal de Saúde serve como base a seus estudos, que
relacionam o Alzheimer a fatores de risco, como diabetes e hipertensão, e
propõem que a doença pode ser prevenida, desde que haja controle dos males
associados.
Os dados
nacionais da pesquisa foram publicados numas das principais revistas
científicas de saúde da América Latina, Cadernos de Saúde Pública, da Fiocruz.
Os números apontam o avanço do Alzheimer no Brasil e o aumento da mortalidade
pela doença em 15,5% entre as mulheres e de 14% entre os homens, com mais de 80
anos, nos últimos 10 anos. O estudo é orientado pela professora e doutora em
Saúde Pública, Mariza Theme.
PREVENÇÃO -
O programa municipal promove a prevenção do Alzheimer e de outras doenças
associadas à Terceira Idade, a partir das consultas de saúde, oficinas de
memória, atividades lúdicas e práticas corporais, como dança e alongamento. Atualmente,
mais de 300 pessoas são atendidas pelo Programa da Secretaria Municipal de
Saúde.
“O Município
está lidando com a Doença de Alzheimer como uma questão de Saúde Pública, assim
como orienta a Organização Mundial de Saúde. Estamos levantando dados mais
precisos sobre a quantidade de pessoas com a doença em Rio das Ostras e
analisando a relação dela com os fatores de risco”, explica Jane Teixeira.
De acordo com a professora Mariza Theme, a pesquisa é muito importante por seu ineditismo no País. “Não existem hoje no Brasil dados sobre a prevalência dos fatores de risco associados ao Alzheimer. Estamos realizando um projeto em Rio das Ostras que pode ser estendido a todo o País”, afirmou.
FATORES – Os estudos apontam que diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, obesidade, sedentarismo, fumo e depressão estão relacionados com o surgimento da Doença de Alzheimer, além da herança genética.
Para sua pesquisa, Jane Teixeira está usando dados de saúde dos idosos participantes, como glicemia, relação peso/altura, taxas de colesterol, entre outros. Também é avaliado se a pessoa passa por processo depressivo e se conta com o chamado “apoio social”, ou seja, suporte das pessoas próximas – família e amigos – para realizar suas atividades diárias.
De acordo com a professora Mariza Theme, a pesquisa é muito importante por seu ineditismo no País. “Não existem hoje no Brasil dados sobre a prevalência dos fatores de risco associados ao Alzheimer. Estamos realizando um projeto em Rio das Ostras que pode ser estendido a todo o País”, afirmou.
FATORES – Os estudos apontam que diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, obesidade, sedentarismo, fumo e depressão estão relacionados com o surgimento da Doença de Alzheimer, além da herança genética.
Para sua pesquisa, Jane Teixeira está usando dados de saúde dos idosos participantes, como glicemia, relação peso/altura, taxas de colesterol, entre outros. Também é avaliado se a pessoa passa por processo depressivo e se conta com o chamado “apoio social”, ou seja, suporte das pessoas próximas – família e amigos – para realizar suas atividades diárias.

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