Países tentam pôr em prática uma
forma de reassentar quem pede asilo. Sul da Europa clama por ajuda da UE para solucionar questão.
Chocada com as mortes de
imigrantes do norte de África que tentam chegar à Europa através do
Mediterrâneo, a União Europeia está tentando pôr em prática uma forma mais
justa de reassentar quem pleiteia asilo num momento em que os partidos
anti-imigração estão em ascensão.
A Itália e outros países do sul da
Europa estão clamando por ajuda da UE para lidar com o influxo mas, enquanto a
Itália, Alemanha e Áustria apoiam um sistema de quotas, alguns Estados do bloco
se opõem.
"Nenhum país deve ser deixado
sozinho para enfrentar grandes pressões migratórias", disse o presidente
da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, em sua conta no Twitter, depois que
as propostas foram publicados.
Com base em um regime de quotas
estabelecido de acordo com a dimensão do país, a produção econômica e outras
variáveis, a Alemanha ficaria com a maioria dos imigrantes, seguida pela França
e Itália, e com a Grã-Bretanha com a opção de ficar de fora.
Horas antes de os planos serem
revelados, a ministra britânica do Interior, Theresa May, criticou a abordagem
da UE, dizendo que ao não enviar de volta os imigrantes com motivações
econômicas, o bloco os está incentivando a viajar à região.

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