Ex-presidente da CBF é um dos envolvidos no escândalo que já levou sete para a
prisão
Os sete dirigentes presos na manhã
de quarta-feira (27) em Zurique, na Suíça, envolvidos em um esquema de
corrupção que movimentou quase meio bilhão de dólares, podem passar até 20 anos
atrás das grades. Pelo menos é isso o que pretende o Departamento de Justiça
dos Estados Unidos.
Loretta Lynch, procuradora-geral
da Justiça dos EUA, não soube precisar o tempo que cada um dos acusados, se
considerados culpados, terá de passar na prisão, mas adiantou que a pena não
será nada branda.
— As penas para os acusados podem
chegar a até 20 anos de cadeia, mas depende de cada um dos casos. Vamos ver
cada investigação caso a caso para ver a possível pena para cada indivíduo.
Lynch salientou que cada acusado
terá o direito de apresentar sua defesa e que não comentará nenhum caso em
especial.
— Não vamos comentar nomes dos
envolvidos e nem de quem terá que depor nesses casos. Todas as pessoas têm
direito à defesa no momento apropriado.
O ex-presidente da Conmebol, o
paraguaio Nicolás Leoz, também já teve seu pedido de prisão preventiva expedido
em Assunção, e deverá ser extraditado em breve para os Estados Unidos. Ao todo,
14 réus são acusados de extorsão, corrupção e lavagem de dinheiro.

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