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O primeiro-ministro australiano Tony Abbott
(Foto: Arquivo / Lai Seng Sin / AP Photo) |
Tiony Abbott se justificou após
ação de embaixada do país em Paris.
Pessoa pediu que marido de embaixador esperasse em carro.
O primeiro-ministro australiano,
Tony Abbott, se justificou nesta quarta-feira (6) pela atuação de um
funcionário da embaixada da Austrália na França que, segundo os meios de
comunicação, pediu ao companheiro do embaixador que não recebesse o governante em
uma recente visita oficial a Paris.
No fim de abril, o embaixador da
Austrália na França, Stephen Brady, que estava acompanhado por seu companheiro,
Peter Stephens, deveria receber Abbott em sua chegada ao aeroporto de Bourget,
em Paris.
Mas no último minuto uma pessoa
responsável pelo protocolo australiano pediu a Stephens que esperasse no carro,
segundo o jornal Sidney Morning Herald.
"Sou o primeiro-ministro,
normalmente não me preocupo com trivialidades", declarou Abbott aos
jornalistas, atribuindo a origem do problema aos níveis inferiores do
protocolo.
Segundo o jornal, após este
incidente o embaixador literalmente gritou com o funcionário e propôs que
pedisse demissão.
O primeiro-ministro conservador,
que tem uma irmã lésbica, não esconde sua oposição ao casamento homossexual.
Abbott explicou que sentia
respeito pelo embaixador, no cargo desde abril de 2014, descrito por ele como
amigo.
"É um funcionário notável.
Inclusive diria que é um amigo", disse.
Segundo o protocolo, o
primeiro-ministro deve ser recebido por um embaixador e seu cônjuge apenas se
chegar acompanhado de seu próprio cônjuge. Tony Abbott foi sozinho a Paris, sem
sua esposa, Margie

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