Nas UPAs, os
serviços de pediatria e clínica são oferecidos 24 horas.
Com
estrutura composta por 10 unidades de emergência, a Secretaria de Saúde de
Macaé possui duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) nas áreas que mais
crescem na cidade: Barra e Lagomar. A população da zona norte do município
conta ainda com o Pronto Socorro do Aeroporto. Nas UPAs, os serviços de
pediatria e clínica são oferecidos 24 horas. Na unidade da Barra, classificada
como de porte três, o diferencial é o atendimento de odontologia para todos os
casos de emergência.
Morador da
Brasília, João Vitor da Silva procurou a unidade por estar com dor no dente.
"O dentista fez o procedimento emergencial e me encaminhou para tratamento
no ambulatório, já que será necessário tratar o canal", disse,
acrescentando que recebeu o medicamento no local. São realizados por mês 500
atendimentos odontológicos.
As unidades
contam com uma central de abastecimento farmacêutico, que também fornece o
medicamento para que o paciente continue o tratamento em casa. São atendidas
aproximadamente 200 receitas por dia.
Outro serviço
é o de pediatria. Na unidade da Barra são três especialistas por dia; e no
Lagomar, dois. A dona de casa Renata Ventura levou um susto quando sua filha
Giovana, de apenas 25 dias, engasgou após o aleitamento. "Foi a primeira
vez que estive aqui. O médico foi atencioso e explicou o que devo fazer depois
da amamentação", declarou.
O
coordenador municipal de Emergência, Cristiano Passos Alonso, informou que, nos
primeiros quatro meses deste ano, o setor de emergência foi responsável por
mais de um milhão de procedimentos (1.081.550). Desse total, a UPA da Barra fez
454.822; e a do Lagomar, 212.678.
Rodney
Santos, gerente de enfermagem, ressaltou que o atendimento da unidade do
Lagomar, de porte um, cresce consideravelmente. Por essa razão, futuramente poderá
haver mudança de porte, o que demandará mais profissionais e espaço.
As UPAs
contam com serviço de acolhimento, classificação de risco, Raio X,
eletrocardiograma, farmácia, consultórios, serviço social, observação,
laboratório e ambulância, entre outros. Para os pacientes que necessitam de
cuidados especiais, as unidades possuem salas amarela e vermelha. A primeira é
para casos mais brandos; e a segunda, para os mais graves, com equipamentos
específicos como carro de parada, monitor cardíaco, ventilador mecânico,
desfibrilador e oximetria.
Todos os
usuários que chegam à unidade são acolhidos por um profissional de enfermagem,
que depois os encaminha ao registro e, posteriormente, para a classificação de
risco. O protocolo de classificação de risco é usado nos principais hospitais
do Brasil e do mundo. A classificação é feita por cores: vermelho, amarelo,
verde e azul. Os casos mais graves são classificados com a cor vermelha, para
paciente que corre risco de morte e necessita de atendimento imediato. Já o
amarelo é considerado urgente e não de emergência, mas precisa de atendimento
prioritário. A cor verde indica os casos menos graves. E o azul, os de menor
complexidade.

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