Rio Ônibus quer que TRT considere paralisação de rodoviários abusiva
O Rio Ônibus, consórcio que administra os ônibus do Rio, quer que o
Tribunal Regional do Trabalho considere ilegal e abusiva a paralisação de 48
horas de parte dos rodoviários do Rio, que começou à meia-noite da terça-feira
(13).
A entidade reafirmou que já concedeu aumento 10% no salário dos
motoristas e trocadores, que foi aceito pelo sindicato da categoria, e não
pretende negociar com o grupo dissidente de rodoviários, que exige 40% de
reajuste.
Líderes afastados
A Justiça determinou, durante a madrugada, que quatro líderes do
movimento grevista sejam afastados da paralisação. São eles Hélio Alfredo
Teodoro, Maura Lúcia Gonçalves, Luís Claudio da Rocha Silva e Luiz Fernando
Mariano.
De acordo com a decisão, os quatro devem se abster de “promover,
participar, incitar greve, praticar ato que “impeçam o bom, adequado e contínuo
funcionamento do serviço de transporte público, bem como mantenham distância
das garagens das empresas consorciadas filiadas ao sindicato (Rio Ônibus)".
A decisão foi da juíza Andréia Florêncio Berto.
Caso os rodoviários citados descumpram a decisão, terão que pagar multa
de R$ 10 mil para cada infração.

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