Gilson
Francisco de Carvalho foi baleado na cabeça no sábado (12) em SP.
A
Polícia Civil de São Paulo investiga se a morte de Gilson Francisco de
Carvalho, irmão da cantora Negra Li, foi uma execução. O homem, que tinha 41
anos, foi encontrado morto, baleado na cabeça, na noite de sábado (12) em um
campo de futebol na Brasilândia, Zona Norte da capital.
Até esta segunda-feira (14) uma das principais suspeitas da investigação é a de que Gilson tenha sido assassinado. O caso foi registrado como homicídio no 72º Distrito Policial, Vila Penteado. Como a autoria do crime ainda é desconhecida, a apuração será feita pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). O departamento tentará identificar quem matou Gilson e por qual motivo.
Até esta segunda-feira (14) uma das principais suspeitas da investigação é a de que Gilson tenha sido assassinado. O caso foi registrado como homicídio no 72º Distrito Policial, Vila Penteado. Como a autoria do crime ainda é desconhecida, a apuração será feita pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). O departamento tentará identificar quem matou Gilson e por qual motivo.
Arma
O corpo de Gilson foi achado por volta das 23h30 de sábado em um terreno onde fica uma quadra de futebol, anexo a um bar na Avenida Elísio Teixeira Leite. O dono da quadra e do bar, que fica nos fundos, disse que Gilson frequentava o local havia quatro anos, e era uma pessoa alegre, comunicativa, mas que estava quieto nos últimos dias.
"Ele
estava diferente, na sexta-feira ele já estava diferente”, disse o comerciante
Osvaldo Caldeira, que confirmou ter conversado com Gilson. “Conversei com ele
na sexta-feira, ele estava diferente. Ele me pediu alguém que arrumasse uma
arma pra ele. Eu disse que não sabia e que não era compatível com o perfil
dele, que era uma pessoa muito pacata. Ele falou ‘não, é só pra eu ter uma
arma’.
Tiro
De acordo com o depoimento de testemunhas, a quadra e o bar estavam abertos e havia gente no local na noite de sábado. Gilson chegou 21h30, bebeu uma cerveja, foi até o carro, que estava estacionado na rua do lado e voltou também sozinho para o estacionamento. Logo em seguida os frequentadores ouviram o barulho de um tiro. Depois, viram Gilson caído no chão sem ninguém mais por perto.
Uma
testemunha disse à polícia que ouviu gritos de socorro. Mas ela também não viu
suspeitos do crime ao redor. Policiais
militares foram chamados pela população e informaram ter encontrado Gilson com
dois tiros na cabeça. Não havia capsulas de armas no local do crime.
O
velório de Gilson está marcado para terça-feira (15) de manhã. O enterro será à
tarde, na Zona Norte da capital.
Fonte: G1

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