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| (Foto: Angel Morote) |
Choveu na tarde de sábado (22) em Rio das Ostras. Mas não
foi o suficiente para controlar o incêndio na Reserva de Itapebussus, que já
dura uma semana. Além dos danos ao meio ambiente, a população também está
sentindo os efeitos da queimada. Durante esse período, moradores da região
tiveram problemas com a saúde por conta da fumaça.
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| (Foto: Angel Morote) |
O excesso da fumaça dificultou a visibilidade de motoristas
que passam pela RJ-106, a rodovia Amaral Peixoto, durante a tarde deste sábado.
Cidadãos que moram próximo à área sentiram problemas respiratórios e tiveram
que procurar um hospital.
Helicópteros do Corpo de Bombeiros ajudaram no combate aos
focos de incêndio. O fogo, que tinha sido controlado na última terça-feira
(18), voltou a destruir parte da vegetação dois dias depois. A Defesa Civil e
agentes da Secretaria de Segurança de Rio das Ostras montaram uma base na
entrada da reserva para monitorar o local. O clima seco e quente e também o
vento forte fazem com que o fogo se propague rapidamente. Muitos focos estão de
baixo da vegetação, o que dificulta ainda mais o trabalho dos bombeiros.
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| (Foto: Angel Morote) |
O incêndio começou no início da noite do sábado retrasado, dia 15 de março. Na
última quinta-feira (20) mais de 50 homens tentavam controlar o fogo com a
ajuda de abafadores de borracha. Caminhões-pipa também foram utilizados. A
reserva de Itapebussus é uma ARIE (Área de Relevante Interesse Ecológico) que
reúne espécies raras de animais e plantas. Segundo o engenheiro florestal,
Ezequiel Moraes, para recuperar toda a área destruída serão necessários quase
dez anos.



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