Ana
Paula Maciel pode ser condenada a 15 anos de prisão.
A
bióloga e ativista brasileira do Greenpeace, Ana Paula Maciel, acaba de ser
acusada formalmente de pirataria pela Justiça da Rússia. Ela pode ser condenada
a até 15 anos de prisão por conta disso. E não é a única: até o momento, 12
outros ativistas e um cinegrafista estão na mesma situação. Nas próximas horas,
os promotores russos devem apresentar as acusações ao restante do grupo que
participou do protesto pacífico no dia 18 de setembro, contra a exploração de
petróleo no Ártico.
Desde
o início, um time de advogados e membros do Greenpeace está de prontidão na
Rússia, fazendo o possível para que os ativistas sejam soltos. Mais de 800
mil pessoas ao redor do mundo já enviaram mensagens às embaixadas russas,
pedindo a libertação dos ativistas.
Há
40 anos, o Greenpeace promove protestos não violentos no mundo inteiro,
defendendo o meio ambiente e a paz. A acusação de pirataria é uma das maiores
ameaças que a Greenpeace já recebeu em décadas de ativismo pacífico, ativismo
pacífico não é crime.
No
próximo sábado, o Greenpeace do Brasil irá se unir a dezenas de países em uma
mobilização global pelos ativistas presos.

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