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| (Foto: Miguel Medina/AFP) |
Cerca de 1.300 pessoas foram mortas nos últimos dois dias em decorrência do uso dessas armas pelo governo do presidente Bashar Al Assad.
Ativistas políticos na Síria disseram hoje (22) que os bombardeios, com o uso
de armas químicas, nos arredores de Damasco, capital do país, permanecem
intensos. Segundo eles, cerca de 1.300 pessoas foram mortas nos últimos dois
dias em decorrência do uso dessas armas pelo governo do presidente Bashar Al
Assad, que nega as acusações. O governo brasileiro recomenda cautela e a
investigação por peritos internacionais.
A
Comissão Geral da Revolução Síria, organização não governamental, destacou que
os bombardeios atingiram Muadamiya e Guta, na periferia de Damasco. Também foi
atingido o bairro de Al Qabun. Os comités de coordenação local, que apoiam a
oposição, informaram que houve bombardeios com artilharia pesada em outras
áreas, como Jan Sheij e Daraya.
A
organização Exército Livre Sírio (ELS), que também apoia a oposição, domina
áreas próximas a Damasco. O governo sírio lançou ontem (21) uma operação sobre
bairros dos arredores da capital, controlados pela oposição, e desmentiu que
tenha utilizado armas químicas, conforme denunciado.
A
Coligação Nacional Síria, que atua em favor da oposição, denunciou que pelo
menos 1.300 pessoas morreram ontem. Atualmente, na Síria, há uma missão de
peritos das Nações Unidas destinada a investigar três casos de ataques
químicos.
O
Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) se reuniu ontem à
noite, mas não conseguiu chegar a acordo para pedir formalmente uma
investigação sobre o ataque químico denunciado nessa quarta-feira pela oposição
síria.
Desde
o início dos confrontos na Síria, em março de 2011, morreram mais de 100 mil
pessoas e aproximadamente 7 milhões de sírios precisam de ajuda humanitária de
emergência, de acordo com balanço da ONU.
Fonte: Agência Brasil

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