O interesse, segundo a prefeitura, é firmar um intercâmbio amplo: comercial, cultural, tecnológico e intelectual.
Uma
comitiva de consultores empresariais representante do consulado chinês no
Brasil esteve reunida na tarde desta terça-feira (26), no Gabinete da
Vice-prefeitura, com gestores municipais, para apresentar um breve histórico da
China e sua visão sobre as oportunidades e os desafios de Macaé. O interesse da
prefeitura é firmar um intercâmbio amplo: comercial, cultural, tecnológico e
intelectual.
Os
consultores explanaram sobre a cultura negocial chinesa e as possibilidades de
atração de empresas daquele país com a proposta de se obter a reestruturação
urbana de Macaé em associação com empresários locais. A criação de um fundo de
investimentos com a participação de capital chinês foi cogitada para execução
de algumas das estratégias prioritárias do município em infraestrutura
logística para a indústria de petróleo e gás, mobilidade e saneamento.
As adequações do aeroporto e do porto às necessidades atuais e futuras da indústria de petróleo e gás estão entre os pontos importantes para o desenvolvimento econômico do município, além da duplicação da BR 101. A reunião discorreu também sobre o uso de energia alternativa. Algumas cidades chinesas são autossuficientes em energia graças ao uso de placas coletoras de luz solar. O país possui a maior área coletora do mundo.
A China pode ser parceira também para viabilizar o aproveitamento da rede ferroviária do município e para o planejamento e implantação de um parque científico e tecnológico com visão regional.
- Nossa intenção é firmar um intercâmbio não apenas institucional, não apenas uma parceria comercial. Mas ampliá-lo no âmbito cultural e intelectual. Além disso, Macaé pode ser a porta de entrada para a tecnologia chinesa de uso de energias alternativas, como a solar – diz o vice-prefeito, Danilo Funke.
Ainda foram pontos da pauta tecnologia e educação. A China, investindo na qualidade da educação, conseguiu reduzir o analfabetismo a 2%. O Brasil em 2012 apresentava sete pontos percentuais. Outra receita do país é combinar alta e baixa tecnologia para a manutenção do emprego, acolhendo a agricultura familiar e atuando para desconcentração das áreas industriais.
O Plano Diretor, que está sendo revisto, será um dos pontos de partida para a definição das prioridades de Macaé. A comissão que está responsável pela apresentação dos projetos para a cidade é formada por gestores da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico e do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico (Fumdec). A equipe já recebeu comitivas britânicas e canadenses.
Os representantes da China pontuaram que todo o processo de modernização no país - tanto agrícola, quanto urbano - partiram de planos testados e reformas em longo prazo.
As adequações do aeroporto e do porto às necessidades atuais e futuras da indústria de petróleo e gás estão entre os pontos importantes para o desenvolvimento econômico do município, além da duplicação da BR 101. A reunião discorreu também sobre o uso de energia alternativa. Algumas cidades chinesas são autossuficientes em energia graças ao uso de placas coletoras de luz solar. O país possui a maior área coletora do mundo.
A China pode ser parceira também para viabilizar o aproveitamento da rede ferroviária do município e para o planejamento e implantação de um parque científico e tecnológico com visão regional.
- Nossa intenção é firmar um intercâmbio não apenas institucional, não apenas uma parceria comercial. Mas ampliá-lo no âmbito cultural e intelectual. Além disso, Macaé pode ser a porta de entrada para a tecnologia chinesa de uso de energias alternativas, como a solar – diz o vice-prefeito, Danilo Funke.
Ainda foram pontos da pauta tecnologia e educação. A China, investindo na qualidade da educação, conseguiu reduzir o analfabetismo a 2%. O Brasil em 2012 apresentava sete pontos percentuais. Outra receita do país é combinar alta e baixa tecnologia para a manutenção do emprego, acolhendo a agricultura familiar e atuando para desconcentração das áreas industriais.
O Plano Diretor, que está sendo revisto, será um dos pontos de partida para a definição das prioridades de Macaé. A comissão que está responsável pela apresentação dos projetos para a cidade é formada por gestores da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico e do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico (Fumdec). A equipe já recebeu comitivas britânicas e canadenses.
Os representantes da China pontuaram que todo o processo de modernização no país - tanto agrícola, quanto urbano - partiram de planos testados e reformas em longo prazo.
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