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| O que fazer com o lixo é um dos velhos problemas dos municípios nacionais. |
A medida é parte de um termo de ajustamento de conduta firmado, no ano passado, entre prefeitura e o Ministério Público Estadual.
Mais de 200 famílias terão que deixar as casas onde moram no bairro Águas Maravilhosas, em Macaé; as residencias foram construídas em cima de um antigo lixão. Ontem, quinta-feira (31), a prefeitura começou a notificar os moradores.
Os moradores receberam a notícia com apreensão, foram notificados e vão precisar deixar a área invadida. A comunidade Água Maravilhosa foi criada sobre o antigo lixão de Macaé, os moradores sabem disso, mas mesmo assim querem continuar no local.
Uma equipe formada por seis assistentes sociais e psicólogos orientou as pessoas a fazerem um cadastro que garantiria o reassentamento das famílias em outras áreas depois da remoção. A Secretaria de Habitação garante que o lugar oferece risco aos moradores. A medida é parte de um termo de ajustamento de conduta firmado, no ano passado, entre prefeitura e o Ministério Público Estadual.
Em agosto de 2011, uma liminar expedida pelo Juiz da Terceira Vara Cível de Macaé determinou que em 180 dias a prefeitura fizesse o levantamento do número de famílias. Depois, o município teria um ano para iniciar a remoção de todos. Até agora, o cadastro dos moradores não foi feito. Muitos deles que compraram terrenos e casas não sabem o que fazer.
Depois do encontro, foi montada uma comissão. Doze moradores agora vão tentar agendar uma reunião com o Ministério Público para esclarecer as dúvidas sobre o problema e só depois avaliar o que fazer. Os moradores querem, além de explicações sobre a remoção, saber sobre a instalação uma empresa próxima às casas e ainda pedem um estudo sobre os riscos reais do terreno.
A assessora da secretaria de Habitação afirma que o terreno da empresa é particular e não está na área de risco assim como parte das casas que ficam atrás do terreno da comunidade.
Ainda não há data para que as famílias sejam removidas do bairro. A prefeitura diz que os prazos determinados pela Justiça não foram cumpridos porque os moradores ainda estão com muitas dúvidas.

seria bom se eles resovese esa questao pos estamãos
ResponderExcluirsem saber o q fazer;sem energia sem água estamãos na lama. prefeito ministerio estamão vivo grasas a deus