Nova técnica faz curativo a vácuo barato para facilitar cicatrização
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Carlos correu o risco de perder a perna depois de um acidente de moto. O corte profundo e infeccionado não cicatrizava. O quadro mudou em sete dias com o uso do novo curativo. Foi um alívio? "Com certeza, porque eu podia perder minha perna, né? Graças a esse curativo eu estou com ela aí, firme e forte para outra", diz.
Kamamoto demonstra como o curativo funciona. Feridas provocadas por acidentes, queimaduras ou diabetes são cobertas pelas esponjas e envolvidas com plástico adesivo. Um tubo ligado à rede de vácuo faz uma sucção constante. Essa drenagem impede infecções e promove a multiplicação de vasos e a regeneração do tecido.
A novidade ajudou João a se livrar do corte de uma cirurgia complicada que não fechava. "Depois de três dias que foi instalado esse sistema, você já percebe a diferença, que o corte vai se fechando, porque ele fecha de dentro para fora."
O curativo a vácuo desenvolvido aqui no Hospital da Universidade de São Paulo tem o mesmo resultado do similar importado usado em hospitais particulares. O que muda, e muito, é o preço -- que faz uma grande diferença na hora de tratar quem não pode pagar.
De R$ 3 mil a R$ 4 mil por semana, o preço dos curativos cai para cerca de R$ 30. O sistema, aperfeiçoado com ajuda de engenheiros da Escola Politécnica, foi patenteado e já pode ser usado por qualquer um que precisar.
"A ideia é divulgar conhecimento, difundir um tratamento que vai ser mais eficiente, que vai ter um custo mais acessível para todas as pessoas do país inteiro", diz Kamamoto.
Hospitais que se interessem podem entrar em contato com o Hospital Universitário da USP, que se dispõe a dar o treinamento necessário. Interessados podem entrar em contato pelo telefone (11) 3091-9200. O Hospital Universitário da USP fica na Avenida Professor Lineu Prestes, nº 2565, na Cidade Universitária,
Fonte: www.globo.com
Confira lista de concursos e oportunidades
A avaliação dos candidatos será feita por meio de provas objetiva, discursivas e oral, avaliação de títulos e sindicância de vida pregressa.
As provas serão realizadas nas 26 capitais do país e no Distrito Federal, a não ser a prova oral, que acontecerá apenas
Os candidatos devem ter diploma de graduação ou certificado de conclusão do curso de direito, registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e dois anos de prática forense.
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O Brasil terá de investir muito para ter estádios à altura de uma Copa do Mundo. Esta é a conclusão que se pode tirar da afirmação que o secretário-geral da Fifa, o francês Jérôme Valcke, fez em entrevista à coluna Panorama Esportivo, da edição deste sábado do jornal "O Globo". Ele, porém, dá a entender que há tempo suficiente até 2014 para o país montar a estrutura necessária para organizar bem a Copa.
- Vocês precisam de estádios! Não há bons estádios. Mas aqui existem mais recursos de telecomunicações, energia e transporte do que na África do Sul - disse Valcke. Ele não quis falar sobre o orçamento para a Copa de 2014, mas fez um alerta ao Comitê organizador: - O Brasil não pode dormir. Não pode correr o risco de escolher as doze sedes, em março, e esperar a Copa das Confederações-2009 e a Copa do Mundo-2010 para tocar o trabalho. É preciso respeitar o cronograma, tomar logo as melhores decisões e aproveitar cada dia destes pouco mais de cinco anos que faltam para o evento. Atrasos custam caro, não apenas no lado financeiro.
O secretário-geral da Fifa explicou ainda que para a escolha das 12 sedes, o Comitê Executivo da Fifa vai levar em consideração do Comitê Organizador local. - É claro que temos nossos inspetores e o poder de decidir, mas a escolha final das doze sedes também levará em conta a opinião do país. Tomando como base Norte, Sul, Leste e Oeste, a ideia é dividir as doze em três mais três mais três mais três. Mas vamos analisar os projetos e os inspetores apresentarão os relatórios ao Comitê Executivo. Nossa relação é muito boa com o Comitê Organizador e com Ricardo (Teixeira) - afirmou.
Fonte: www.globoesporte.com
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