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Nova técnica faz curativo a vácuo barato para facilitar cicatrização

Estratégia foi desenvolvida no Hospital Universitário da USP.

Custo semanal cai de R$ 3.000 a R$ 4.000 para R$ 30.

Da escova usada para lavar as mãos é aproveitada a esponja esterilizada. As mangueiras plásticas e a rede de vácuo são as mesmas sobre os leitos de qualquer hospital. Foi com materiais simples que o médico Fábio Kamamoto desenvolveu um curativo capaz de mudar a vida dos pacientes.

Veja o site do Jornal Nacional

 

Carlos correu o risco de perder a perna depois de um acidente de moto. O corte profundo e infeccionado não cicatrizava. O quadro mudou em sete dias com o uso do novo curativo. Foi um alívio? "Com certeza, porque eu podia perder minha perna, né? Graças a esse curativo eu estou com ela aí, firme e forte para outra", diz.

 

Kamamoto demonstra como o curativo funciona. Feridas provocadas por acidentes, queimaduras ou diabetes são cobertas pelas esponjas e envolvidas com plástico adesivo. Um tubo ligado à rede de vácuo faz uma sucção constante. Essa drenagem impede infecções e promove a multiplicação de vasos e a regeneração do tecido.

 

A novidade ajudou João a se livrar do corte de uma cirurgia complicada que não fechava. "Depois de três dias que foi instalado esse sistema, você já percebe a diferença, que o corte vai se fechando, porque ele fecha de dentro para fora."

 

O curativo a vácuo desenvolvido aqui no Hospital da Universidade de São Paulo tem o mesmo resultado do similar importado usado em hospitais particulares. O que muda, e muito, é o preço -- que faz uma grande diferença na hora de tratar quem não pode pagar.

 

De R$ 3 mil a R$ 4 mil por semana, o preço dos curativos cai para cerca de R$ 30. O sistema, aperfeiçoado com ajuda de engenheiros da Escola Politécnica, foi patenteado e já pode ser usado por qualquer um que precisar.

 

"A ideia é divulgar conhecimento, difundir um tratamento que vai ser mais eficiente, que vai ter um custo mais acessível para todas as pessoas do país inteiro", diz Kamamoto.

Hospitais que se interessem podem entrar em contato com o Hospital Universitário da USP, que se dispõe a dar o treinamento necessário. Interessados podem entrar em contato pelo telefone (11) 3091-9200. O Hospital Universitário da USP fica na Avenida Professor Lineu Prestes, nº 2565, na Cidade Universitária, em São Paulo.

 

Fonte: www.globo.com

Prova para 86 vagas na Advocacia Geral da União é neste domingo
Cargo é de advogado da União.
Candidato deve ser bacharel em direto.

O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) aplica neste domingo (1) a prova para 86 vagas na Advocacia Geral da União (AGU) ao cargo de advogado da União, com carga horária de 40 horas semanais e remuneração de R$ 14.049,53 (clique aqui para ver a convocação).

Confira lista de concursos e oportunidades 

A avaliação dos candidatos será feita por meio de provas objetiva, discursivas e oral, avaliação de títulos e sindicância de vida pregressa.  As provas serão realizadas nas 26 capitais do país e no Distrito Federal, a não ser a prova oral, que acontecerá apenas em Brasília. A objetiva está marcada para as 14h, com duração de 5 horas. 

 

Os candidatos devem ter diploma de graduação ou certificado de conclusão do curso de direito, registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e dois anos de prática forense. 

 

Leia mais notícias sobre locais de prova de outros concursos     Leia mais notícias de Concursos e Emprego

 

 

Fonte: www.globo.com

 

 

Secretário-geral da Fifa diz que Brasil não tem bons estádios
Em entrevista a coluna do jornal 'O Globo', o francês Jérôme Valcke afirma porém que no país há melhor infraestrutura do que na África do Sul

O Brasil terá de investir muito para ter estádios à altura de uma Copa do Mundo. Esta é a conclusão que se pode tirar da afirmação que o secretário-geral da Fifa, o francês Jérôme Valcke, fez em entrevista à coluna Panorama Esportivo, da edição deste sábado do jornal "O Globo". Ele, porém, dá a entender que há tempo suficiente até 2014 para o país montar a estrutura necessária para organizar bem a Copa.

 

- Vocês precisam de estádios! Não há bons estádios. Mas aqui existem mais recursos de telecomunicações, energia e transporte do que na África do Sul - disse Valcke.  Ele não quis falar sobre o orçamento para a Copa de 2014, mas fez um alerta ao Comitê organizador:  - O Brasil não pode dormir. Não pode correr o risco de escolher as doze sedes, em março, e esperar a Copa das Confederações-2009 e a Copa do Mundo-2010 para tocar o trabalho. É preciso respeitar o cronograma, tomar logo as melhores decisões e aproveitar cada dia destes pouco mais de cinco anos que faltam para o evento. Atrasos custam caro, não apenas no lado financeiro.

O secretário-geral da Fifa explicou ainda que para a escolha das 12 sedes, o Comitê Executivo da Fifa vai levar em consideração do Comitê Organizador local.  - É claro que temos nossos inspetores e o poder de decidir, mas a escolha final das doze sedes também levará em conta a opinião do país. Tomando como base Norte, Sul, Leste e Oeste, a ideia é dividir as doze em três mais três mais três mais três. Mas vamos analisar os projetos e os inspetores apresentarão os relatórios ao Comitê Executivo. Nossa relação é muito boa com o Comitê Organizador e com Ricardo (Teixeira) - afirmou.

Fonte: www.globoesporte.com

ONG utilizou imagens de satélite para detectar avanço da pecuária. Criação de bois na Amazônia cresceu 140% em 13 anos, diz relatório.
Um relatório divulgado pela ONG Greenpeace mostra que a maior parte das áreas devastadas no estado de Mato Grosso foi ocupada por pastos para a criação de gado. Utilizando imagens de satélite, técnicos da instituição elaboraram um mapa do estado mostrando como estão ocupadas as áreas em que o bioma amazônico foi destruído. A conclusão é que os bois têm avançado sobre a floresta.
Os dados foram divulgados no relatório “O Rastro da pecuária na Amazônia – Mato Grosso: o Estado da destruição”, lançado nesta quinta-feira (29) no Fórum Social Mundial, em Belém. Segundo o Greenpeace, a pecuária na Amazônia legal cresceu 140% entre os anos de 1990 e 2003, passando de 26,6 milhões para 64 milhões de cabeács de gado durante o período.  Mato Grosso e Pará são os estados que lideram a criação de gado. Segundo o relatório, os dois estados juntos concentram 60% do rebanho bovino na Amazônia.
Fonte: www.globoamazonia.com
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