Acordo prevê aumento de 11% , além de outros benefícios.
Diante da
pressão para a conclusão da reforma do Maracanã a tempo para a Copa das Confederações,
os operários que trabalham na obra fizeram uma paralisação de advertência,
nesta segunda-feira (19), para pressionar as construtoras a avançar nas
negociações por melhores salários, e ameaçaram entrar em greve se não fossem
atendidos. O governador Sérgio Cabral se reuniu com os trabalhadores e ajustou
as propostas de melhorias.
“A paralisação foi um dia de alerta para que ao acordo fosse feito o mais rápido possível. O governador chamou a gente, pressionou o consórcio até que ele aceitasse parte das propostas“, disse Nilson Duarte, presidente do Sindicato Regional dos Trabalhadores da Construção pesada Intermunicipal (Sinicon-RJ).
Os operários haviam pedido um aumento de 15%, que foi fechado em 11%. O valor da cesta básica aumentou de R$230,00 para R$330,00 e as horas extras tiveram um aumento de 50% para 80%.
De acordo com Nilson, os trabalhadores já retornaram às obras e estão aguardando a formalização das promessas por porte da construtora para que uma nova assembleia seja feita ainda esta semana.
“A paralisação foi um dia de alerta para que ao acordo fosse feito o mais rápido possível. O governador chamou a gente, pressionou o consórcio até que ele aceitasse parte das propostas“, disse Nilson Duarte, presidente do Sindicato Regional dos Trabalhadores da Construção pesada Intermunicipal (Sinicon-RJ).
Os operários haviam pedido um aumento de 15%, que foi fechado em 11%. O valor da cesta básica aumentou de R$230,00 para R$330,00 e as horas extras tiveram um aumento de 50% para 80%.
De acordo com Nilson, os trabalhadores já retornaram às obras e estão aguardando a formalização das promessas por porte da construtora para que uma nova assembleia seja feita ainda esta semana.

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