Conselheiros de Meio Ambiente visitam área para conhecer tratamento de lixo.
Cerca de 15 integrantes do Conselho Municipal de Meio Ambiente, incluindo os representantes governamentais, visitaram na manhã desta quarta-feira, dia 12, o aterro sanitário de Rio das Ostras, a Estação de Tratamento de Esgoto de Rocha Leão e a Reserva Biológica União. O objetivo foi avaliar as obras de ampliação do aterro, a nova estação para o tratamento de efluentes das residências dos moradores de Rocha Leão e em seguida, conhecer a área pertencente ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
O aterro recebeu obras de ampliação para atender, por pelo menos mais cinco anos, a crescente demanda populacional, já que o município lidera o ranking das cidades que mais crescem no País, de acordo com o último Censo do IBGE.
Diariamente são coletadas uma média de 96 toneladas de lixo domiciliar, 55 toneladas de entulho, 20 toneladas de materiais inservíveis (sofá, eletrodomésticos, entre outros objetos velhos), 4 mil pneus e 20 toneladas de material proveniente da varrição da cidade de Rio das Ostras.
Segundo o Instituto Estadual do Ambiente - Inea, o Estado do Rio de Janeiro tem cerca de 98 lixões irregulares em operação e 13 inativos..
Nos aterros sanitários não pode haver exposição do lixo a céu aberto (como no caso dos lixões), nem catadores – preservando a saúde e dignidade humana. O solo deve ser compactado e impermeabilizado com uma manta de polietileno de alta densidade (um tipo de especial de plástico). Toda a área de aterramento de lixo está localizada na Central de Tratamento de Resíduos do município, onde existe um galpão para estocagem de pneus – para reciclagem, Estação de Tratamento de chorume e esgoto trazido pelos caminhões “limpa-fossa”, e uma usina de reciclagem de entulho.

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